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Tipos
de Estresse
Entre as principais causas do estresse, devemos citar:
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Mudanças: uma certa dose de mudança é necessária. Entretanto,
se as mudanças violentas podem ultrapassar nossa capacidade de adaptação.
-
Sobrecarga: a falta de tempo, o excesso de responsabilidade, a falta
de apoio e expectativas exageradas.
-
Alimentação incorreta: não é apenas importante o que comemos,
mas também como comemos.
- Fumar:
o cigarro libera nicotina que, na fase de menor concentração, já provoca
reações de estresse leve, depois bloqueia as reações do organismo e
causa dependência psicológica.
- Ruídos:
coloca-nos sempre em alerta, provoca a irritação e a perda de concentração
desencadeando reações de estresse, que podem levar até a exaustão.
- Baixa
auto-estima: tende a se agravar o estresse nestas pessoas.
- Medo:
o medo acentua nas pessoas a preocupação sem necessidade, uma atitude
pessimista em relação à vida ou lembranças de experiências desagradáveis.
- Trânsito:
os congestionamentos, os semáforos, os assaltos aos motoristas e a contaminação
do ar podem desencadear o estresse.
- Alteração
do ritmo habitual do organismo: provoca irritabilidade, problemas digestivos,
dores de cabeça e alterações no sono.
- Progresso:
a agitação do progresso técnico é acompanhada de aumento das pressões
e de sobrecarga de trabalho, aumentando os níveis de exigências, qualitativas
e quantitativas.
São desses estressores que surgem os principais tipos
de estresse que abrangem:
- Estresse
de Trabalho
- Estresse
decorrentes de doenças cardíacas e do câncer
- Estresse
na Infância
- Estresse
de Envelhecimento
Os tipos de estresse são variados e não se restringem
aos citados acima. Mas é mais marcante no nosso cotidiano o estresse
do trabalho.
O mundo do trabalho mudou com o avanço das tecnologias.
Hoje, o profissional vive sob contínua tensão, pois, além de suas habituais
responsabilidades, a alta competitividade das empresas exige dele aprendizado
constante e enfrentamento de novos desafios, o que faz com que, muitas
vezes, supere seus próprios limites. Isso pode levá-lo ao estresse.
O tipo de desgaste à que as pessoas estão submetidas permanentemente
nos ambientes e as relações com o trabalho são fatores determinantes
de doenças. Os agentes estressores psicossociais são tão potentes quanto
os microorganismos e a insalubridade no desencadeamento de doenças.
Tanto o operário, como o executivo, podem apresentar alterações diante
dos agentes estressores psicossociais.
A ansiedade decorrente das preocupações pode gerar
insônia, comer demasiadamente, ou o contrário, comer pouco demais .
Duas formas de preocupações se destacam: uma cognitiva, com idéias preocupantes,
e outra somática, como sintoma de suor, coração disparado, tensão muscular
etc.
O estresse surge quando a pessoa julga não estar sendo
capaz de cumprir as exigências sociais, sentindo que seu papel social
está ameaçado. Então, o organismo reage de modo a dominar as exigências
que lhe são impostas. Entretanto, no mundo moderno, não é socialmente
aceitável que o estresse cumpra sua função natural de preparar o indivíduo
para a fuga ou para a luta. Tal reação seria considerada inadequada
do ponto de vista da adaptação dos seres humanos ante um mundo cheio
de conflitos e de pseudo-harmonia. Assim, o homem, ao confrontar-se
com um estímulo estressor no trabalho é impedido de manifestar reação,
ficando prisioneiro da agressão ou do medo, e é obrigado a aparentar
um comportamento emocional ou motor incongruente com sua real situação
neuroendócrina. Se durar tempo suficiente essa situação de discrepância
entre a reação apresentada e o estado fisiológico real, ocorrerá um
elevado desgaste do organismo, o que pode conduzir às doenças.
Alguns estímulos foram classificados, segundo o tempo
necessário para produzirem estresse, em estressores de curto prazo e
de longo prazo. Entre os estressores de curto prazo temos o fracasso,
a carga de trabalho, a pressão de tempo, ameaça, indução do medo etc
e, a longo prazo, as situações de competição, serviços em zonas de perigo,
trabalho monótono . Maiores informações clique
aqui.
Várias das patologias hoje estudadas pela Medicina
do Trabalho têm íntima correlação com o estresse. O desgaste a que pessoas
são submetidas nos ambientes e nas relações com o trabalho é fator dos
mais significativos na determinação de doenças. Este trabalho não escapa
ao conhecimento médico, mas também é fato que o espaço dedicado na anamnese
à investigação destes aspectos é pequeno em relação à sua importância.
No câncer há um colapso da imunidade e resistência do organismo.
O fato dos tumores crescerem ou não está relacionado com a eficiência
dos processos de imunidade. Assim, se o sistema imunológico encontra-se
"desequilibrado", a probabilidade do desenvolvimento da doença aumenta.
Como o sistema imunológico é também controlado pelo sistema límbico,
podemos acreditar que o paciente com câncer apresenta todo um conjunto
de elementos psicossomáticos.
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