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A doença de Alzheimer
é uma doença que provoca deficiência cognitiva,
afetando principalmente a memória necessária para
reter novas informações. À medida que a doença
evolui, várias outras funções cognitivas,
como orientação, linguagem, julgamento, função
social e habilidade de realizar tarefas motoras também
declinam. Essa doença esta fortemente associada à
idade, sendo bastante incomum antes dos 50 anos, mas podendo afetar
metade das pessoas na faixa dos noventa anos. Ainda não
foi encontrada uma cura, mas existem várias formas de tratamento
que podem amenizar os sintomas de DA (doença de Alzheimer).
Desde a descoberta da DA por Alois Alzheimer, surgiram muitas
dúvidas e confusões sobre a relação
dessa doença com o envelhecimento normal, uma vez que alterações
microscópicas observadas no cérebro de pacientes
com doença de Alzheimer também se encontram em cérebros
de pessoas idosas sadias. A diferença está na quantidade
e distribuição dessas alterações.
A senilidade é a deterioração das funções
físicas e mentais resultantes da idade avançada,
não tendo necessariamente relação com a DA.
Demência é um termo médico utilizado para
denominar disfunções cognitivas globais, podendo
ocorrer em várias doenças diferentes, como doenças
cerebrovasculares (AVCs), alcoolismo, AIDS, doença de Parkinson
e doença de Alzheimer. Contudo, a DA é a causa mais
comum de demência no mundo todo.
Não se deve confundir distúrbios causados pelo envelhecimento
normal com distúrbios causados pela demência, erro
muito comumente cometido. Algumas alterações de
memória e outras funções cognitivas são
comuns em idosos sadios. Na demência, há um declínio
cognitivo que resulta na perda da função (habilidade
de administrar as responsabilidades em casa e no trabalho, nas
atividades sociais ou nas atividades do dia-a-dia). A perda de
memória sempre ocorre na demência, mas não
é suficiente para o diagnóstico desta, sendo necessário
o declínio de pelo menos uma outra área da função
cognitiva.
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