Obtenção de energia
- fosfocreatina (ATP-CP)
- glicólise aeróbica
- glicólise anaeróbica
- lipólise
- proteinólise
Capacidade aeróbica
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GLICÓLISE AERÓBICA

O sistema aeróbico utiliza carboidratos, gorduras e proteínas como fonte de energia e produz somente o CO2 e água como produto final. Esse sistema tem capacidade ilimitada
de produzir ATP, sua complexidade e necessidade por constante suprimento de O2 é o que limita a produção de ATP. A medida que cresce a intensidade do esforço, aumenta a liberação de insulina que se liga ao seu receptor na membrana das células fazendo com que aumente a translocação do GLUT4 (transportador de glucose). Através do GLUT4, a glicose é transportada para o interior da célula iniciando uma série de reações que dependem, principalmente da atividade da enzima fosfofrutoquinase (PFK). A molécula de glicose sofre inúmeras reações até se transformar em ácido pirúvico, gerando 2 ATPs e 2 NADH. O ác. pirúvico é transportado para o interior da mitocôndria sendo transformado em acetil co-enzima A (AcCoA) e formando um NADH. O AcCoA reage com ácido oxalacético formando ácido cítrico, que através da enzima citrato sintase dá início ao Ciclo de Krebs. No Ciclo de Krebs são formados 1 ATP, 3 NADH e 1 FADH2. Para cada molécula de glicose são formados dois ácidos pirúvicos, logo tudo que foi formado a partir da entrada do ácido pirúvico na mitocôndria deve ser contado em dobro.
Todos os NADH e FADH2, formados na mitocôndria vão para os citocromos onde serão oxidados pela cadeia respiratória. Como os NADH têm um nível energético maior, são oxidados desde o citocromo A até o G, formando 3 ATPs. Os FADH2, se oxidam a partir do citocromo B até o G formando apenas 2 ATPs. LANÇADEIRA DE ELÉTRONS: Os NADH formados no citoplasma durante a fase anaeróbia, são transportados para a mitocôndria, gerando também 3 ATPs cada um.
Esse sistema fornece energia para exercícios de intensidade baixa para moderada, como dormir, descançar, sentar e andar.
Quando a atividade vai se tornando um pouco mais intensa a produção de ATP fica por parte do sistema ácido láctico e ATP-CP. Quando a intensidade atinge o nível moderado-alto (acima de 75%-85% da Frequência Cardíaca Máxima), a glicólise anaeróbica é recrutada para suprir energia suplementar. Qualquer atividade sustentada continuamente por no mínimo de 5 minutos pode ser considerada aeróbica.
A diferença entre a rota aeróbica e a anaeróbica é que na aeróbia, como a intensidade do esforço não é tão alta, não há uma produção tão grande de piruvatos. Portanto, não ocorre a saturação da capacidade mitocondrial de absorção, ocasionando uma menor produção de ácido lático (esta é a diferença principal entre as rotas aeróbia e anaeróbia).

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