O chumbo
Existem evidências de que os Chineses já produziam chumbo metálico por volta de 3000 a.C., e de que os Fenícios tinham explorações perto de depósitos em Espanha, em 2000 a.C.. No século V a.C. os Romanos fizeram uma exploração extensiva dos depósitos de chumbo em toda a Península Ibérica.
No período de 700 d.C. a 1000 d.C. as minas alemãs de chumbo e prata, no vale do Reno e das montanhas de Hartz, eram muito importantes, tal como as da Saxónia, Silésia e Boémia no século XIII.
No século XVII, as fundições de chumbo floresceram na Grã-Bretanha, com especial realce para aquelas localizadas em Gales e Derbyshire.
O chumbo não é um elemento muito abundante, ficando aquém das taxas relativas a outros metais como o alumínio, ferro, magnésio, titânio, níquel, etc. No entanto, é mais abundante que o cobalto, estanho, cádmio ou ouro.Os principais depósitos de minérios de chumbo estão localizados nos EUA, Perú, Argentina, Bolívia, Austrália, Zâmbia, África do Sul, Alemanha, Espanha, Suécia, Itália e Sérvia.
O chumbo é um dos mais utilizados metais na indústria, apenas sendo ultrapassado por outros metais como o ferro, o cobre, o zinco e o alumínio. A principal aplicação do chumbo e do seu óxido (PbO) é no fabrico de baterias eléctricas para veículos automóveis.
A solda é uma liga de chumbo com estanho, em proporções variáveis de acordo com o ponto de fusão requerido. A adição de bismuto, cádmio ou mercúrio, também pode alterar o ponto de fusão da solda.