Metabolismo

Após a ingestão , o álcool é absorvido inalterado pelo estômago e intestinos delgado. Leite e alimentos gordurosos alentecem a absorção. O álcool é então distribuído para todos os tecidos e líquidos do corpo na proporção direta ao nível sangüíneo. Menos de 10% do álcool absorvido são excretados de forma inalterada na urina, suor e respiração. A quantidade exalada tem relação direta com o nível sanguíneo e forma vase para o teste da respiração (Bafômetro) empregado pelas agências policiais.

Grande parte do álcool no sangue é metabolizado no fígado através de uma via principal e duas acessórias. O etanol é primeiramente convertido em acetaldeído pela álcool desidrogenase. O aceltaldeído é subseqüentemente oxidado a acetato pela aldeído desidrogenase, uma enzima inibida pelo dissulfiram, uma droga que possui algum uso em pacientes que desejam parar de beber. A via pela oxidase P-450 microssômica é induzida pelo álcool e outros agentes.

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DAH = desidrogenase alcoólica hepática

DADH = desidrogenase acetílica hepática

DAN = dinucleotídio adrenal de nicotiamida

DANR = dinucleotídio adrenal de nicotiamida reduzido

 

Um homem de tamanho médio metaboliza cerca de 9,0g de álcool por hora a despeito do teor sanguíneo. Polimorfismos genético das desidrogenases alcoólica e aldeídica do fígado foram identificados, alguns deles capazes de metabolismo mais rápido do substrato que outros. Ademais, os alcoólatras crônicos desenvolvem algum nível de tolerância em virtude da indução enzimática que leva a um ritmo maior de metabolismo. Além disso, eles adiquirem capacidade adaptativa precária para realização de tarefas motoras e cognitivas a nível sanguíneo de álcool que iriam afetar significativamente o não-habituado. Assim , existe alguma variabilidade individual na capacidade de manusear o álcool, mas as variações são confinadas a uma faixa estreita.

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