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         A Classificação Internacional das Doenças (CID) foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para codificar e classificar informações médicas, formatando um padrão para definir causa mortis em atestados de óbito.

            Outra classificação similar e relacionada é o CID-CM (modificação clínica), criado para classificar informações sobre morbidade para arquivos de pacientes usuários de serviço hospitalar, consultórios médicos e inventários do NCHS.

            NCHS (National Center of Health Statistics) e HCFA (Health Care Financing Administration) são agências governamentais dos EUA, servidores do OMS. São responsáveis por atividades oficiais de classificação de doenças, seu uso, interpretação e revisão periódica. Essas atividades incluem CID, CID-CM e ICIDH (International Classification of Disabilities and Handcaps).

            O CID é designado para:

    classificar dados de morbi-mortalidade com propósito estatístico;

    indexar arquivos hospitalares por doenças e procedimentos;

    armazenamento de dados e o seu resgate para pesquisa

            O CID-CM consiste em sistema de classificação para procedimentos cirúrgicos, diagnósticos e terapêuticos, com índice alfabético para procura de doenças, contendo lista de códigos numéricos de forma tabular de doenças.

            O CID-CM determina a DGR que controla o reembolso financeiro dos cuidados médicos, a ser pago por instituições como US Public Health e Health Care Financing Administration.

            A DRG (Diagnosis Related Group) é uma classificação em termos hospitalares sobre o que há de errado com o paciente e o que foi feito por ele. É baseada nos códigos do CID-CM, no sexo, idade, período de internação e outros dados. Determina assim, o valor em dinheiro a ser reembolsado, independente do valor cobrado pelo hospital.

            Por vezes, o CID é criticado por ser mais direcionado à cobrança do que categorizar  informação clínica.

            O CID é revisado periodicamente desde sua primeira edição em 1900 para incorporar mudanças em relação aos avanços médicos. Sua última revisão foi em 1999, quando surgiu o CID-10, mais extenso do que o CID-9, em termos de:

    adição de informações relevantes à ambulatórios e gerenciamento de cuidados;

    expansão do código de doenças;

    criação de um código combinado diagnósticos/sintomas, para reduzir o número de códigos necessários para descrever, completamente, uma condição médica;

    adição do 6° caractere;

    incorporação do 4° e 5° dígitos de subclassificação;

    lateralidade;

  • maior especificidade nos códigos.

            O CID-10 ainda é pouco usado nos EUA. Por isso, o NCVHS (National Committee of Health Statistics) desenvolveu um prazo para uso global do CID-10 e CID-10-CM (modificação clínica) para o ano 2001.


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