Educação a Distância
Fundamentos e Guia Metodológico

_______________________________________________________

Parte deste material refere-se a resenha e adaptação das seguintes fontes de referência:

    Noções de Educação a Distância de Ivônio Barros Nunes, 1994.

    A Faculty Resource Guide to Distance Learning at the School of Hygiene and Public Health. The Johns Hopkins University School of Hygiene and Public Health, 1997.

Preparada por Viviane Bernardo, MSc - Biomédica do Departamento de Informática em Saúde da UNIFESP.
_______________________________________________________

Índice

INTRODUÇÃO
HISTÓRICO
   
Regulamentação da EaD no Brasil
FUNDAMENTOS
LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
   
Desenvolvimento de Curso a Distância
   Descrição das etapas:
    
1. Planejamento
    
2. Design
    
3. Produção
    
4. Aplicação - Gerenciamento
    
5. Avaliação
EQUIPE DO LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
REFERÊNCIAS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
WEB SITES
ANEXO

_______________________________________________________

Educação a Distância

INTRODUÇÃO

Com o crescimento explosivo da Internet, da comunicação e do reconhecimento do potencial da rede em atuar na globalização e fornecimento de informação para pacientes e profissionais da Saúde, o interesse nos computadores e a sua influência na sociedade cresceram de forma acentuada. Assim, cabe-nos refletir sobre o impacto da utilização dos computadores na atuação dos profissionais da Saúde e repensar nos tópicos presentes no contexto diário desses profissionais amplamente influenciados pelos computadores. A formação desses profissionais é um tópico a ser refletido e a adequada incorporação das novas tecnologias computacionais seja na sua vida prática ou na sua educação é um dos enfoques da nossa atuação como pesquisadores em Informática em Saúde.

HISTÓRICO

A educação a distância tem uma longa história de sucessos e fracassos. Sua origem está nas experiências de educação por correspondência iniciadas no final do século XVIII e com largo desenvolvimento a partir de meados do século XIX (chegando atualmente a utilizar várias mídias, desde o material impresso à simuladores online com grande interação entre o aluno e o centro produtor, quer fazendo uso de inteligência artificial, ou mesmo de comunicação síncrona entre professores e alunos).

Hoje mais de 80 países, nos cinco continentes, adotam a educação a distância em todos os níveis de ensino, em programas formais e não­formais, atendendo a milhões de estudantes. A educação a distância tem sido usada para treinamento e aperfeiçoamento de professores em serviço. Programas não­formais de ensino têm sido largamente utilizados para adultos nas áreas da saúde, agricultura e previdência social, tanto pela iniciativa privada como pela governamental. No momento é crescente o número de instituições e empresas que desenvolvem programas de treinamento de recursos humanos através da modalidade da educação a distância. As Universidades Européias a Distância têm incorporado em seu desenvolvimento histórico as novas tecnologias de informática e de telecomunicação. Um exemplo foi o desenvolvimento da Universidade a Distância de Hagen, que iniciou seu programa com material escrito em 1975. Hoje, oferece material didático em áudio e videocassetes, videotexto interativo, e videoconferências. Tendências similares podem ser observadas nas Universidades Abertas da Inglaterra, da Holanda e na Espanha.

No Brasil, desde a fundação do Instituto Rádio­Monitor, em 1939, e depois do Instituto Universal Brasileiro, em 1941, várias experiências foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. As experiências brasileiras, governamentais e privadas foram muitas e representaram, nas últimas décadas, a mobilização de grandes contingentes de recursos. Os resultados do passado não foram suficientes para gerar um processo de aceitação governamental e social da modalidade de educação a distância no Brasil, entretanto, a realidade brasileira já mudou e nosso governo criou leis e estabeleceu normas para a modalidade de educação a distância em nosso país.

Regulamentação da EaD no Brasil

A Educação a Distância no Brasil foi normatizada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Dezembro de 1996), em Fevereiro de 1998.

De acordo com o Art. 2º do Decreto n.º 2494/98, "os cursos a distância que conferem certificado ou diploma de conclusão do ensino fundamental para jovens e adultos, do ensino médio, da educação profissional e de graduação serão oferecidos por instituições públicas ou privadas especificamente credenciadas para esse fim (...)".

Assim, as propostas de cursos nestes níveis deverão ser encaminhadas ao órgão do sistema municipal ou estadual responsável pelo credenciamento de instituições e autorização de cursos – a menos que se trate de instituição vinculada ao sistema federal de ensino, quando, então, o credenciamento deverá ser feito pelo Ministério da Educação.

No caso de cursos de graduação e educação profissional em nível tecnológico, a instituição interessada deve credenciar-se junto ao MEC, solicitando, para isto, a autorização para cada curso que pretenda oferecer.

Os programas de mestrado e doutorado na modalidade a distância, no Brasil, ainda é objeto de regulamentação específica. Os cursos de pós-graduação lato sensu, chamados de "especialização", até recentemente eram considerados livres, ou seja, independentes de autorização para funcionamento por parte do MEC. Porém, com o Parecer n.º 908/98 (aprovado em 02/12/98) e a Resolução nº 3 (de 05/10/99) da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação que fixam condições de validade dos certificados de cursos presenciais de especialização, tornou-se necessária a regulamentação de tais cursos na modalidade a distância.

FUNDAMENTOS

A seguir veremos algumas definições de Educação a Distância (EaD):

Dohmem (1967):

Educação a distância (Ferstudium) é uma forma sistematicamente organizada de auto­estudo onde o aluno se instrui a partir do material de estudo que Ihe é apresentado, o acompanhamento e a supervisão do sucesso do estudante são levados a cabo por um grupo de professores. Isto é possível através da aplicação de meios de comunicação capazes de vencer longas distâncias.

Peters (1973):

Educação/ensino a distância (Fernunterricht) é um método racional de partilhar conhecimento, habilidades e atitudes, através da aplicação da divisão do trabalho e de princípios organizacionais, tanto quanto pelo uso extensivo de meios de comunicação, especialmente para o propósito de reproduzir materiais técnicos de alta qualidade, os quais tornam possível instruir um grande número de estudantes ao mesmo tempo, enquanto esses materiais durarem. É uma forma industrializada de ensinar e aprender.

Moore (1973):

Ensino a distância pode ser definido como a família de métodos instrucionais onde as ações dos professores são executadas a parte das ações dos alunos, incluindo aquelas situações continuadas que podem ser feitas na presença dos estudantes. Porém, a comunicação entre o professor e o aluno deve ser facilitada por meios impressos, eletrônicos, mecânicos ou outros.

Holmberg (1977):

O termo educação a distância esconde­se sob várias formas de estudo, nos vários níveis que não estão sob a contínua e imediata supervisão de tutores presentes com seus alunos nas salas de leitura ou no mesmo local. A educação a distância se beneficia do planejamento, direção e instrução da organização do ensino.

Keegan (1991):

O autor resume os elementos centrais dos conceitos acima:

  • separação física entre professor e aluno, que a distingue do ensino presencial;
  • influência da organização educacional (planejamento, sistematização, plano, organização dirigida etc.), que a diferencia da educação individual;
  • utilização de meios técnicos de comunicação para unir o professor ao aluno e transmitir os conteúdos educativos;
  • previsão de uma comunicação de mão dupla, onde o estudante se beneficia de um diálogo e da possibilidade de iniciativas de dupla via;
  • possibilidade de encontros ocasionais com propósitos didáticos e de socialização.

Chaves (1999):

A EaD, no sentido fundamental da expressão, é o ensino que ocorre quando o ensinante e o aprendente estão separados (no tempo ou no espaço). No sentido que a expressão assume hoje, enfatiza-se mais a distância no espaço e se propõe que ela seja contornada através do uso de tecnologias de telecomunicação e de transmissão de dados, voz e imagens (incluindo dinâmicas, isto é, televisão ou vídeo). Não é preciso ressaltar que todas essas tecnologias, hoje, convergem para o computador.

LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

O Laboratório de Educação a Distância (LED) do Departamento de Informática em Saúde da UNIFESP tem como objetivo desenvolver e ministrar conteúdos didáticos na Internet.

A equipe do LED fornece suporte aos professores para o desenvolvimento e o gerenciamento de programas em educação a distância. Este suporte inclui auxílio no planejamento, design, elaboração e processamento de mídias, animações, programação, além de auxílio na criação e edição de textos.

A maior preocupação do LED é promover a integração das novas tecnologias aos materiais didáticos dos programas vigentes da Universidade e prover subsídios técnicos para que essa integração ocorra de forma bem sucedida. O docente deve concentrar seus esforços no conteúdo enquanto a nossa missão é pesquisar e aplicar métodos para transmitir esses conteúdos a distância.

Desenvolvimento de Curso a Distância

Para converter material didático em curso a distância, basicamente o curso idealizado deve ser planejado e estruturado pelo docente da seguinte maneira:

Resumo dos componentes principais:

  • Descrição geral
  • Objetivos principais
  • Métodos de ensino
  • Métodos de avaliação do estudante
  • Plano de Estudo
  • Período

Sinopse:

  • Objetivos específicos
  • Público-alvo
  • Conteúdo/Módulos

Programação:

  • Data-Atividades

Uma vez estruturado o curso a distância, seu processo de desenvolvimento pode ser iniciado. As etapas desse processo incluem:

  1. Planejamento
  2. Design
  3. Produção
  4. Aplicação – Gerenciamento
  5. Avaliação

Descrição das etapas:

1. Planejamento

Durante a fase de Planejamento, a equipe do LED deverá se reunir periodicamente com o docente para inicialmente apresentar-lhe os principais serviços disponíveis na Internet (vide Anexo) e a sua aplicação em cursos a distância. A equipe deverá utilizar e criar tutoriais que permitam que o docente se familiarize com os diferentes tipos de serviços de forma a permitir a introdução adequada desses nos cursos a distância. Após essa fase de familiarização, o docente, juntamente com a equipe do LED, deve apresentar os componentes do curso previamente estabelecidos. A partir desse ponto, pode-se iniciar o levantamento do material do curso que deverá ser coletado como: vídeos, áudios, imagens, fotografias, aulas em diapositivos, textos, referências, etc.

Nessa fase, os componentes do curso devem ser definitivamente estabelecidos e com base neles, então, deverá ser feita a seleção dos serviços desejados, resultando na definição da interface do curso. Nestas discussões devem ser levantados tópicos referentes a custos e prazos também.

O docente deve eleger um representante que possa atuar como seu assistente para auxiliá-lo na coleta e organização dos materiais disponíveis para a produção do curso. Estes materiais incluem:

  • Sumário
  • Objetivos
  • Apresentação de diapositivos
  • Vídeos
  • Áudios
  • Problemas/Tarefas
  • Esquemas/Desenhos
  • Provas/Testes
  • Referências/URL

A equipe do LED deverá orientar os docentes ou seus assistentes no processo do desenvolvimento do curso e fornecer-lhes suporte e equipamentos para tal.

2. Design

Uma vez estabelecido o plano inicial do curso no Planejamento, a equipe do LED deve trabalhar com o docente ou com seus assistentes para elaborar o desenho global do curso. O material disponível deve ser selecionado para que os objetivos do curso sejam alcançados. O plano de estudo deve ser definido como, os módulos, as mídias utilizadas e as estratégias de avaliação do aluno.

Veja as diferentes tecnologias e mídias que podem ser utilizadas em um ambiente de aprendizado computacional:

  • World Wide Web (WWW)
  • Vídeo digitalizado
  • CD-ROM
  • Chat
  • Apresentação de diapositivos
  • Streaming Audio
  • E-mail
  • Fax
  • Software
  • Audio/Video conferência
  • TV
  • Voz
  • Material impresso
  • fitas de Áudio/Vídeo

O plano de estudo final e o desenho global do curso devem ser apresentados para a Comissão de Avaliação do Departamento de Informática para a aprovação.

3. Produção

Durante a Produção serão criados procedimentos operacionais e técnicos que incorporem a informática no processo de produção do material didático selecionado. A produção depende basicamente do design gerado que deve incluir:

  • Editoração eletrônica do material selecionado;
  • Estabelecimento da interatividade do aluno;
  • Processamento e edição das mídias;
  • Definição da comunicação entre docente-aluno e aluno-aluno
  • Teste do sistema (ambiente)

O tempo necessário que deve ser alocado para a Produção deverá variar de acordo com o tipo de mídia a ser processada e incorporada e a disponibilidade do conteúdo.

O docente responsável pelo fornecimento do conteúdo didático poderá também utilizar um sistema automatizado que o oriente na produção do seu curso a distância, permitindo a adaptação de um método de ensino, além da realização de funções administrativas. Nesta condição, o tempo de produção pode ser reduzido uma vez que esses sistemas oferecem o ambiente já projetado.

4. Aplicação - Gerenciamento

Cursos que incorporam tecnologias devem continuamente ser acompanhados. A equipe do LED deve acompanhar a Aplicação do curso e garantir a sua operacionalidade durante todo o período em que ele está ocorrendo. Algumas atividades, como divulgação, coordenação de matrículas e agendamento podem ser requisitadas antes do início do curso.

Durante a Aplicação do curso, o LED deverá fornecer suporte aos docentes, atuando da seguinte maneira:

  • Corrigindo problemas e implementando a comunicação;
  • Adicionando material ao curso;
  • Resolvendo problemas técnicos e operacionais.

5. Avaliação

A etapa de Avaliação consiste no processo de análise do curso cujo valor será determinado pelos avaliadores. A avaliação é um componente crítico para um programa educacional de sucesso. Existem dois tipos de avaliação:

  • Avaliação formativa: processo de avaliação realizado no decorrer de um programa instrucional visando aperfeiçoá-lo.
  • Avaliação somativa: processo de avaliação final de um programa instrucional visando julgá-lo.

As avaliações formativas devem ser conduzidas durante as etapas de design e de produção. Os docentes devem selecionar um pequeno grupo de estudantes do seu departamento que voluntariamente desejem participar da etapa de Avaliação. Após a criação de um protótipo para a Avaliação, estes estudantes podem testá-lo. A equipe do LED deve, então, monitorar e acompanhar os estudantes durante a sua navegação que inclui o tracking do uso de mídias, a verificação da simplicidade da navegação, o entendimento do conteúdo, a efetividade do design instrucional e a análise do tempo necessário para o término da unidade de estudo. Estas observações podem resultar em modificações no design instrucional quando o curso "propriamente dito" for finalizado.

Avaliações somativas devem ser conduzidas após o final do curso. Os estudantes devem ser questionados quanto a efetividade do programa, a respeito da sua simplicidade e sugestões para possíveis implementações. Isto deverá ser compilado pela equipe do LED e resumido ao docente responsável para futuras versões do curso.

Durante a Avaliação, podemos citar, como as seguintes, as suas atividades:

  • Monitorização do curso;
  • Análise do desempenho do docente;
  • Análise do uso das mídias pelos alunos;
  • Teste da qualidade do material;
  • Efetividade do programa a distância;

EQUIPE DO LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Coordenação Geral:
Profa. Monica Parente Ramos

Coordenação de Projetos de Educação a Distância:
Maria Elisabete Salvador
Reinaldo Gimenez
Renato Veras Baptista
Viviane Bernardo

Equipe Técnica:
Daniel Lico dos Anjos Afonso
Fabrício Landi de Moraes
Gisele Grinevicius Garbe
Katia Gravanich Camargo
Keith Chen de Christo
Lais Yassue Taquemori
Mary Mayer Mizkahi
Rafael Wecchi Farias
Renata Pompeo Zanardo
Rogério Furquim
Rodrigo Bialek Rapopport

REFERÊNCIAS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

CHAVES, E. Conceitos Básicos: Educação a Distância. EdutecNet: Rede de Tecnologia na Educação, 1999. http://www.edutecnet.com.br/.

GLOWNIAK J, BUSHWAY M. Computer networks as a medical resource: acessing and using the Internet. JAMA 1994;271:1934-1939.

KEARSLEY, G. Designing educational software for international use. Journal of Research on Computing in Education, v. 23, n.2, p. 242, 1990.

KEARSLEY, G. Distance education: a systems view. Belmont (USA): Wadsworth Publishing Company, 1996.

KEEGAN, S.D; HOLMBERG B.; MOORE, M,; PETERS, O.; DOHMEM, G. Distance Education International Perspectives. London: Routllege, 1991.

KEEGAN, D. Foundations of distance education. 2a.ed. Londres: Routledge, 1991.

LAASER, W. Desenho de Software para Ensino a Distância, FernUniversität, Hagen. http://www.intelecto.net/ead/laaser2.html

LANDIM, C. Educação a distância: algumas considerações. Rio de Janeiro, 1997.

MCKINNEY W, BARNAS G, GOLUB R. The medical applications of the Internet: information resources for research, education, and patient care. J Gen Intern Med 1994;9:627-634.

MOORE, M., KEARSLEY, G. Distance education: a systems view. Belmont (USA): Wadsworth Publishing Company,1996.290 p.

NUNES, I. B. Noções de Educação a Distância. http://www.intelecto.net/ead/ivonio1.html

RODRIGUES, R. Modelo de avaliação para cursos no ensino a distância: estrutura, aplicação e avaliação. Florianópolis, Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 1998.
 
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA – SEED – Ministério da Educação – Governo Federal - URL: http://www.mec.gov.br/organiza/orgaos/seed/default.shtm.

The Johns Hopkins University School of Hygiene and Public Health, 1997. A Faculty Resource Guide to DIstance Learning at the School of Hygiene and Public Health.
http://www.sph.jhu.edu/~distance

WEB SITES

Distance Education Division. The Johns Hopkins University School of Hygiene and Public Health. http://www.sph.jhu.edu/~distance

Rede de Tecnologia na Educação – EDUTECNET - http://www.edutecnet.com.br/

Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED - http://www.abed.org.br/

Secretaria de Educação a Distância - SEED/MEC - http://www.mec.gov.br/seed/home.shtm

NCSA Beginner's Guide to HTML - University of Illinois at Urbana-Champaign. Copyright 1997 by the Board of Trustees of the University of Illinois - http://www.ncsa.uiuc.edu/General/Internet/WWW/HTMLPrimer.html

Escola do Futuro – USP - http://www.futuro.usp.br

NIED – UNICAMP - http://www.nied.unicamp.br

COGEAE - PUC-SP - http://cogeae.uol.com.br/

_______________________________________________________

ANEXO

Descrição dos principais serviços da Internet:

1. HTTP - Hiper Text Transfer Protocol – Repositório de informações na forma de páginas de hipertexto. Provê mecanismos de endereçamento de informações, pesquisa através de palavras-chave, "tracking" de caminhos percorridos pelos alunos, controle de acesso a áreas restritas, publicação remota e controle de versão de páginas em Hiper Text Markup Language (HTML). Servirá como interface para apresentação dos cursos, sua administração, produção e seguimento.

2. SMTP - Simple Mail Transfer Protocol – Mantém caixas postais eletrônicas para todas as pessoas participantes da universidade virtual, como professores, alunos, desenvolvedores, equipes de apoio e administrativa.

3. Newsgroups – Grupos de discussão abertos em que professores, alunos e equipe de desenvolvimento poderão compartilhar informações, dúvidas e opiniões durante o andamento dos cursos. As mensagens são agrupadas em diferentes grupos temáticos. Cada grupo temático terá um FAQ – Frequently Asked Questions, que conterá respostas às perguntas mais freqüentes.

4. Servidor de Banco de Dados SQL – Mecanismo para o armazenamento, organização e recuperação de um conjunto de dados, dentre os quais, informações administrativas e acadêmicas.

5. Servidor de ArquivosFTP – Coleção de arquivos (aplicações, dados, apresentações e documentos) que poderão ser transferidos pelos professores e alunos.

6. Audio/Vídeo – Serviço que possibilita a difusão de produções audiovisuais (aulas, palestras, conferências, reportagens, etc.) ao vivo ou armazenadas para referência posterior.

7. Chat – Serviço que permite a comunicação textual em tempo real entre alunos e professores. As conversações são agrupadas por tema e armazenadas para referência posterior.

 ______________________________________________________

Estatísticas de acesso a esta página. ERROR connecting database - Access denied for user 'busca'@'200.144.93.25' (using password: YES).

Data da última atualização: 09 de Maio de 2000.