Anotações
Estrutura de tópicos
Sistemas de Informação em Saúde
Agenda
Dado, Informação, Conhecimento, Sabedoria
Prontuário e Prontuário Eletrônico
Tipos de Prontuário Eletrônico
Como disponibilizar as informações?
Exemplos e Estudo de Caso
Conclusões
Evolução da Sociedade
Agrícola
Industrial
Textil, Ferro
Vapor, Ferrovias, Aço
Eletricidade, Química, Máquinas de Combustão
Aviação, Petróleo, Eletrônica
da Informação
Redes
Biotecnologia e Espaço da Mente
Habilidades:
“Information Seekers”
“Knowledge Builders”
Ações em Saúde
Terapia baseada no DNA
Biotecnologia
green revolution
blue revolution
black revolution
red revolution
Gerenciamento de Doenças
Novas Tecnologias
Uso da Informação
Conseqüências da Informatização
Papel do Profissional de Saúde
Antes:
orientado exclusivamente para a atenção e ao cuidado do paciente
Atualmente:
orientado para a atenção e ao cuidado do paciente
comunicação
controle de qualidade
contabilidade
documentação
A caneta do médico
Solicitação de exames (1786 Fleury)
- custo US$ 5,00 a US$ 4.500,00/exame
Prescrição (6870 FDA)
- custo US$ 1,00 a US$ 12.000,00/mês
Procedimentos cirúrgicos (278 AMB)
- custo US$ 100,00 a US$ 70.000,00
Internação hospitalar ( 1 a 360 dias)
- custo ???
Pressões sobre o médico
Informação dobra a cada 4 anos
Indústria Farmacêutica
Novos testes laboratoriais
Aumento da demanda do paciente
Falta de tempo para atualização
Contenção de custos
Maior demanda de adequada documentação
Algumas soluções
Informatização do ambiente de trabalho
Disponibilização das fontes de informação através da Internet
Reciclagem contínua através da Educação a Distância
Registro eletrônico do paciente
Informação em Saúde
Inerentemente Distribuída
Heterogênea
Informação em Saúde
Complexa e pouco estruturada
Informação em Saúde
Informações são centrais no processo de cuidados com a saúde;
O processo de decisão envolve:
coletar
analisar
usar os dados
Dados em Saúde
Narrativas: história clínica
Texto: abreviaturas e frases telegráficas (PA, HPMA, BEG).
Medidas: sinais vitais, exame físico  e exames laboratoriais.
Sinais: geradas por aparelhos
(ECG, EEG)
Imagens: geradas por aparelhos
(Rx, TC, US, RM, MN)
Outros: desenhos, vocabulários locais...
Estrutura
Símbolos
caracteres armazenados em um meio
 Dados
observações registradas
 Informação
dados organizados e analisados
 Conhecimento
interpretação da informação
 Sabedoria
integrar o conhecimento em uma visão
    funcional do mundo real
Abordagem Hipotético-Dedutiva
Estrutura lógica de uma coleta de dados
Começa com uma questão cuja resposta precisa ser validada para provocar uma decisão , que pode ser uma outra questão, ou alguma ação específica
QUESTÃO
RESPOSTA
VALIDAÇÃO
DECISÃO
Validação da Resposta
Computador: capacidade de validação automática de cada resposta
Incorporados interativamente nos questionários.
Evita o uso de informações erradas ou incompletas.
Os alertas são mensagens alertando sobre a causa da rejeição, basedos nas informações pré-definidas ou obtidas em etapas anteriores no questionário.
Análise do Conteúdo de uma Questionário
Semântica - A identificação do contéudo de uma questão exige  mais conhecimento médico do que do conhecimento técnico de análise de sistemas, pois envolve uma série de critérios de representação do conhecimento, tais como :
Relevância - especifica se uma questão tem relação com a condição do paciente.
Integralidade - especifica se uma questão deve conter todas as informações relevantes. Saber o que perguntar e até aonde perguntar definem o espectro do conhecimento de uma médico.
Exatidão - especifica o quanto uma resposta deve-se desviar substancialmente da verdade em questão.
Suficiência - especifica se os dados obtidos são suficientes de acordo com os recursos disponíveis.
Vantagens na coleta de dados estruturados
Legibilidade e organização dos dados.
Padronização
Inclusão de todos os dados relevantes
Apoiado em conhecimento de expert
Melhor seleção da informação
Disponibilidade da informação
Menor perda da informação
Auditoria
Desvantagem na coleta de dados estruturados
Input - qualidade dos atuais dispositivos de entrada de dados (teclado, mouse, touch-  screen)
Limitação dos dados discursivos
Perda da relação médico- paciente
Falta de confiança em recursos tecnológicos
Acesso e segurança da informação
Custo elevado
Dificuldade no desenho do sistema
Conversão dos dados existentes.
O Papel do Prontuário no Processo de Saúde
Sistemas de Informação em Saúde & Prontuário
Funções do Prontuário
Suporte ao Cuidado do Paciente
Tomada de decisão
Compartilhamento entre profissionais da Saúde
Suporte Legal
Suporte à pesquisa
Clínica
Epidemiologia
Para avaliação da qualidade
Para pós marketing de observação de medicamentos
Suporte à Educação
Suporte ao Gerenciamento da Saúde e Serviços
Base para autorização
Suporte de organização
Suporte de gerenciamento de custos
A conveniência do Prontuário em Papel
A segurança é simples e transparente
É a linha do tempo do paciente
O formato é compatível com  todos os tipos de informação
É simples e fácil de atualizar
Ele pode ser “anotado”
Ele é relativamente fácil de copiar e transmitir
Novos tipos de informação sempre podem ser integrados sem mudanças no passado
Os pacientes não ficam surpresos ao verem os seus médicos o atualizando em sua presença
Os registros podem ser empilhados e enfileirados
O sistema de codificação foi aprendido na escola
Ele pode ser visualizado de qualquer ângulo.
Prontuário em Papel
Prontuário em Papel
As desvantagens do  Prontuário em Papel
Não é acessível a distância, só pode estar em um único lugar a cada tempo
Pesquisa lenta (para pesquisa os dados têm que ser transcritos)
É sempre acumulativo (tem-se a história, mas não o resumo até o presente estado)
Outros sistemas administrativos (faturamento, agendamento, etc.) requerem esforço manual de integração.
Surgimento de  vários Prontuários do Paciente em vários lugares (de acordo com as especialidades envolvidas) implicando problemas logísticos no manuseio do Prontuário
A informação nem sempre é armazenada de maneira consistente e uniforme (o texto apresenta ordenação variável, geralmente ilegível, e possivelmente incompleto e  ambíguo)
Se a informação estivesse disponível...
Decisões médicas seriam melhor embasadas
Reduzir-se-ia o custo
Reduzir-se-ia o risco para o paciente
A qualidade da informação melhoraria
A estação de trabalho em Saúde ...
O que é o  prontuário eletrônico?
O prontuário eletrônico é  um conjunto de dados de sáude, armazenados em computador, agregados pelo  identificador unívoco do  indivíduo.
Idealmente este conjunto de dados deveria representar o registro dos eventos relacionados a saúde do indivíduo do nascimento até a morte.
Pontuário Eletrônico
Benefícios esperados
Aumento da qualidade do Prontuário
Melhora  da Qualidade e da Completitude da Coleta
Interligação entre informações vindas de diferentes Hospitais e Consultórios
Diminuição do Espaço de Armazenamento de grandes quantidades de informações
Facilidade na apresentação e pesquisa da informação
Melhora o Processo de Tomada de Decisão
Melhora na qualidade do Cuidado do Paciente
Facilidade no Agrupamento de Dados
Cinco estágios para o Registro Eletrônico de Saúde
Nível 1: Sistemas Departamentais
estado atual de informatização
dependência no papel
interoperabilidade fraca entre os diferentes níveis
sistemas:  admissão e alta, laudos, faturamento, sistemas departamentais
prescrição médica e resultados de exames
  Nível 2: Digitalização do Prontuário
Obtida a partir da digitalização dos documentos
Mantém as características originais dos dados
Melhora a busca
Não leva a mudanças no comportamento
Nível 3: O Prontuário Médico Eletrônico
Controle de acesso
Assinatura eletrônica
Integridade dos dados - uma vez gravado, nunca mais alterado!
Trilha de auditoria
Sistema de Missão crítica
Nível 4: O Prontuário Eletrônico do Paciente
Escopo maior
identificação unívoca do indivíduo a nível nacional
internacional
interoperabilidade com diferentes estabelecimentos de saúde
Enfoque nacional ( ou internacional) para uma estrutura e terminologia comuns
Concenso internacional sobre segurança para possibilitar troca de informação
Tele Medicina
SAD com sistemas baseados em conhecimento
Redes Nacionais de Saúde
Pesquisa
Nível 5: O Registro de Saúde do Indivíduo
Contém toda a informação referente a saúde, do nascimento a morte
Não se refere apenas a assistência: fatores de risco, exercícios ,perfil psicológico
Controle do indivíduo
Prontuário Eletrônico
Funções
Módulos
Relatórios
Prontuário Eletrônico
 Funções
Cuidado e seguimento do paciente
Identificação do paciente ( número permanente)
Movimentação (admissão, transferência e alta)
Agendamento
Entrada dos dados de cuidado à saúde ( médico e enfermagem, durante consulta e hospitalização)
Prescrições (exames, medicações, intervenções e atividade)
Geração de relatórios e sumários (tipo de visita por problema, pelo domínio médico etc.)
Suporte à decisão (alarmes, diagnósticos, terapêutica)
Comunicação
Pesquisa dos arquivos por critérios
Acesso a bancos de dados bibliográficos
Pesquisa de bases de conhecimento
Prontuário Eletrônico
Módulos
Identificação do Paciente
História Clínica
Evolução Médica
Prescrição Médica
Relatório e Controles de Enfermagem
Resultasdos de Exames
Laudos de Exames de Apoio ao Diagnóstico
Consultas de Especialidades Médicas
Imagens e Traçados Diagnósticos
Descrição de Cirurgia
Ficha de Anestesia
Evolução de Enfermagem
Atendimento Dietético-Nutricional
Evolução Psicológica Relatório da assistência Social
Resumo Clínico de Alta
Agendamentos
Gestão de Medicamentos
Gestão de Profissionais da Saúde
Gestão de Acesso e Segurança
Gestão de Leitos
Gestão em Saúde
Gestão Financeira
Gestão de Materias/Equipamentos
Gestão de Laboratório
Prontuário Eletrônico
 Relatórios
Identificação do Paciente
Avaliação do Paciente
Conclusões baseadas no histórico e no exame físico
Diagnósticos provisórios, pré e pós-operatório e principal
Prescrição médica
Metas de assistência
Evolução diária
Evidência de termo de ciência
Motivo da internação
Plano de educação
Evidência de decisões por antecipação do paciente
Registros de todos os procedimentos e exames atualizados
Plano de assitência/cuidados
Resultado de Tratamento
Relatórios Interconsultas
Relatórios de exames subsidiários
Todas as medicações utilizadas
Todas as ocorrências
Resumo de alta
Instruções pós-alta
Prontuário Eletrônico
SISTEMAS
Prontuário Eletrônico
Corporativo x Departamental
Prontuário Eletrônico
Visões
Visões sobre o Prontuário Eletrônico
Visão Administrativa e Social:
descrição de eventos para fins de gerenciamento (estoques, controle de leitos, faturamento, custos, RH)
preocupados com os elementos econômicos e sociais;
avaliação de qualidade e produtividade do sistema de saúde.
Visão Clínica:
descrição de eventos e condições que permitam “acompanhar o caso”;
garantir a transmissão fidedigna das informações.
Visão do Especialista em Saúde Pública:
meio para estudos epidemiológicos.
Visão Jurídica:
avaliar condutas (“mal-practice”)
Lei 8.078/90 estabelece normas de proteção e de defesa do consumidor, resultando em novas relações que afetam a prestação de serviços médicos:
“O fornecedor de serviços responde independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos”
Como tornar a informação disponível?
Como tornar a informação disponível?
Estruturação da Informação em Saúde
Organização dos elementos em um modelo apropriado
Exigência de uma modelagem complexa dos dados e do conhecimento
Padronização da Terminologia dos Profissionais em Saúde
Necessidade de organização da terminologia em dicionários complexos para atingir coerência semântica nos dados distribuídos
Utilizar uma tecnologia para equipamentos (hardware), programas (software) e acesso às redes de comunicação (network) que permita:
Integrar sistemas heterogêneos e distribuídos
Interoperabilidade entre sistemas
Segurança no acesso às informações
Representação de informação complexa e pouco estruturada
Utilização de padrões:
Para representação de informação
Para troca de informação
Solucionar problemas relacionados a fatores humanos:
A interface com usuário
Segurança
Confidencialidade
Efeito na relação médico-paciente pela presença do computador
Planejamento do treinamento de pessoal da saúde no uso de computadores
O mundo pré-histórico...
1960-1974
Surgem demandas externas...
1974-1982
Surgem os micros e as redes locais…
1982-1995
Hoje convive-se com o caos organizado….
1995+
Evolução
“Browsers” e Prontuário Eletrônico
Navegadores podem apresentar uma coleção diferenciada de documentos e altamente estruturados, o que caracteriza os registros em saúde
O formato “HTML” será visível indefinidamente no futuro.
HTML, e outros Plug-ins tem permitido aos Navegadores tornar capazes de apresentar todo tipo de informação.
As necessidades do comércio eletrônico tem direcionado os navegadores a utilizarem arquiteturas avançadas de segurança.
Hyperlinks permitem  combinar a informação local com a informação “engarrafada“.
HTML e links podem ser salvos e facilmente transmitido por e-mail.
Novos servidores com novos tipos de informação podem ser adicionados sem a necessidade de alterações profundas.
Muitos pacientes já são familiarizados com a interface do navegador.
Profissionais da saúde utilizam os navegadores.
A informação pode estar distribuída em múltiplos servidores.
É acessível a distância.
Facilidade de integração com outros sistemas.
Os dados podem ser resumidos e apresentados em diversos formatos.
Formato de armazenamento altamente estruturado e uniforme.
HTML + JAVA torna uma combinação poderosa, escalável.
Padrões
Padrões em Informática em Saúde
Aquisição de Informações
Comunicação de Informações
Representação de Informação
Middleware
Qualidade
Definição
“A document, established by consensus and approved by a recognized body, which provides rules, guidelines, or characteristics for activities”
J.H. van Bemmel & M.A. Musen - Handbook of Medical Informatics
Objetivos
Permitir a escolha da melhor solução
Equipamentos, instrumentos e sistemas não proprietários
Garantindo integração e interoperabilidade
Objetivos
Diminuir os custos
Desenvolvimento
Especialização das empresas
incrementos na funcionalidade e manutenção
Implantação
“plug-and-play”, economia de tempo
Vantagens
Obtém o melhor nos diversos ambientes
funcionalidade, customização
especialização e qualidade
Distribuição da dependência
simples troca de componentes
Desvantagens
Aumento da complexidade
Disponibilidade na América Latina
sistemas integradores, interfaces, adoção de padrões
Contratos com vários fornecedores
Desafios
O sucesso de um determinado padrão depende da utilização em larga escala
custo (implantação)      benefícios (utilização)
Os padrões costumam definir um modelo estrutural não prescritivo
necessidade definição e controle do conteúdo
Alto grau de complexidade e dinamismo
amplo espectro de modelos e conteúdos
evolução contínua, documentação extensa
Informação Médica
Aquisição
texto, sinais, imagens, sons, código de barras etc.
Comunicação
mensagens e interfaces de comunicação
Representação
Terminologias, conhecimento e modelos conceituais
Outros
Segurança, Serviços (middleware), Comércio eletrônico etc.
Organizações
ISO
International Standards Organization
ISO/TC 215 - Health Information and Communications Technology (reduce duplication of effort and redundancies) - 1998
CEN
European Committee for Standardization
CEN/TC 251 - Health Informatics
ANSI
American National Standards Institute
Health Information Systems Planning Panel (HISPP)
Health Information Standard Board (HISB)
HL7, ACR/NEMA DICOM, ASC X12, ASTM, IEEE/MEDIX, NCPDP
Principais Organizações de Padronização
Padrões
Padrões em Informática em Saúde
Aquisição de Informações
Comunicação de Informações
Representação de Informação
Middleware
Qualidade
Fontes de informação
Duke University Medical Center
http://www.mcis.duke.edu/standards/guide.htm
European Committee for Standardization
- Technical Committee for Health Informatics
http://www.centc251.org/
Segurança da Informação?
Segurança da Informação
Segurança em Comunicação e Privacidade
Confidencialidade da transferência de dados
Integridade dos dados
Controle de acesso de usuários
Identificação e Autenticação (Prova de Identidade)
Políticas de Segurança
Monitoração e Auditoria
Combate a ataques e invasões
Assinaturas digitais (smartcards)
Segurança Física
Áreas Envolvidas
Conclusões
Definir um conjunto mínimo de informações estruturadas
Codificar através de sistemas de codificação
“Pensar institucionalmente !”
“Não reinventar a roda”, utilizar padrões :
Interoperabilidade
Integração com sistemas de apoio à decisão (alertas, guidelines);
Conclusões
Gerência de Recursos :
Dados (what)
Funções (how)
Distribuição (where)
Organização (who)
Tempo (when)
Estratégia (why)
Conclusões
Fatores Críticos de Sucesso :
Comprometimento institucional (CEO)
Visão de longo prazo
Recursos humanos capacitados
Investimento  continuado
Administração das expectativas
Envolvimento  institucional
Aderência ao planejamento estratégico
Prontuário Eletrônico do Paciente
Iniciativas no Brasil
Sistemas de Informação em Saúde no Brasil
Sistema de saúde misto
6391 hospitais
36.02% dos hospitais são públicos
63.98% dos hospitais são privados
24.8% dos leitos são do setor público
75.2% dos leitos são do setor privado
70% dos hospitais tem menos de 100 leitos
62% dos hospitais não tem sistemas de informações
38% dos hospitais tem algum sistema de informações
(Fonte: Pan American Health Organization)
Muitos dos hospitais tem somente o sistema oferecido gratuitamente pelo governo para gerenciamento de contas dos pacientes para faturamento.
Informatização da Saúde na América Latina
Sistemas de Informação em Instituições de Saúde
Projetos de PEP no Brasil
Hospitais privados:  começam a surgir projetos aderentes a padrões, em arquitetura aberta
Hospitais públicos:  envolvimento com a academia e pesquisa
Governo: sensível a mudança e ao diálogo quanto aos padrões e compatibilização entre os sistemas
RIPSA / RNIS
Registro de Identidade Civil - RIC :
 Número único de identificação do indivíduo
Cartão SUS
Consórcio de Componentes de Software (CCS-SIS)
Comitê Temático Interdisciplinar de Padronização de Registros Clínicos (CTI-PRC)
Projetos em Saúde no Brasil
RNIS (Rede Nacional de Informação em Saúde)
Objetivo: prover informação que irá suportar o processo de tomada de decisão em saúde
Suporte financeiro é provido pelo DATASUS
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Projeto RUP
Registro Unificado de Pacientes
Instituições envolvidas:
Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo
Secretaria da Saúde do Município de São Paulo
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
Hospital São Paulo - Escola Paulista de Medicina - UNIFESP
Santa Casa da Misericórdia de São Paulo
Prodesp - Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo
Definir um modelo de prontuário médico eletrônico a ser adotado entre as Instituições proponentes;
Garantir a troca de informações entre as Instituições:
via acesso remoto e ou;
via “smartcard” contendo “um set mínimo de informações”  necessário para a identificação do estado de saúde do paciente
RUP (Versão: junho/97)
ID - identificação do paciente;
ID_COMPLE - identificação complementar;
DIAGNOSTICOS - diagnósticos relevantes (até 20 diagnósticos);
RELEVANTES - informações médicas relevantes (alergias, medicamentos de uso constante/frequente, tipo sanguíneo,observações gerais,vacinas,...);
TRATAMENTO - dados referentes ao tratamento em especialidades e encaminhamentos para outros serviços;
PROCEDIMENTOS  - dados relativos aos 40 (quarenta) últimos procedimentos realizados;
Cartão Inteligente para a Saúde
Smartcard - Cartão Profissional
Smartcard - Cartão para Emergência
Smartcard - HSP/UNIFESP
Projeto Piloto - Amb. Geral de Pediatria
Cartão SUS
Objetivos:
Identificação do Paciente no sistema de saúde local e nacional
Padronização dos dados em saúde  auxiliando a integração da informações nacionais, estaduais e municipais
Identificação dos pacientes que tem seguro saúde privado e recebem atendimento SUS
Auxiliar a referência e contra-referência de pacientes entre os municípios
Obter informações epidemiológicas
Facilitar a câmara de compensação
Contribuir para o funcionameno dos Consórcios Intermunicipais de Saúde
Conteúdo:
Nome e código do Município que emitiu o cartão
Nome completo da pessoa
Data de nascimento da pessoa
Identificador nacional pessoal
Hierarquia do Cartão SUS
Padronização de Registros Clínicos
SOP 001/98 - CONJUNTO ESSENCIAL DE INFORMAÇÕES DO PRONTUÁRIO PARA INTEGRAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE
Recomendação final do Comitê PRC-1999-11-12 (Versão final  1.0)
Conjunto Essencial de Dados - PRC
Dados Administrativos  Demográficos
Dados Administrativos do Prestador da Assistência
Dados Administrativos da Fonte Pagadora
Dados Clínicos Relevantes
Alergias e ou Reações Adversas
Dados Clínicos Relevantes / Doenças Crônicas Pré-existentes
Dados do evento ou atendimento realizado
Dados do evento / óbito
Dados do evento / Diagnósticos
Dados do evento / Procedimentos realizados
Dados do evento / Exames realizados
Componentes de Software em Saúde
Definição:
São subsistemas que podem ser reaproveitados em outros sistemas
Agilizam o desenvolvimento e os testes de aplicações
Integram os diferentes grupos de desenvolvimento
Criam uma linguagem comum entre médicos e desenvolvedores
Componentes de Software em Saúde
Prontuário Eletrônico do Paciente
Clinic Manager
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Prontuário Eletrônico do Paciente
Hospub
Sistema Integrado de Informatização de
 Ambiente Hospitalar
Hospub
“Automatizar e integrar as principais atividades operacionais executadas em uma Unidade de Saúde”
Possibilita a criação do Cadastro Único de Pacientes dentro da US;
Permite o acesso às informações geradas pelos setores da US, disponibilizando diversos relatórios operacionais e gerenciais;
Sistema HOSPUB
Administração
Emergência (SIGUE)
Internação (SIGHO)
Arquivo Médico (SSAME)
Subsistemas adicionais :
Ambulatório (SIGAE)
Laboratório (SIADT)
Centro Cirúrgico (SICEC)
Perinatal (SINAT)
Ambiente Operacional
Sistema Operacional multi-usuário, podendo ser do tipo UNIX, entre eles o LINUX, por ser de domínio público.
Sistema Gerenciador de Banco de Dados: OpenBase
Etapas da Implantação:
Levantamento e análise da forma de funcionamento da US;
Definição de equipamentos e de pontos de distribuição de estações de trabalho (micros ou terminais);
Preparação da Infra-estrutura (compra de equipamentos, adequação das instalações, instalação da rede de processamento de dados);
Capacitação dos usuários da US;
Implantação e acompanhamento da operacionalização do sistema.
Abrangência do Sistema na US
PRINCIPAIS BENEFÍCIOS:
Organização e Racionalização dos procedimentos operacionais na US;
Disponibilidade das informações aos profissionais de saúde, auxiliando-os em seus estudos ;
Agilização ao atendimento da clientela.
REQUISITOS:
Compromisso da Direção e Chefias da US com o Processo de Informatização;
Investimentos em infra-estrutura (compra de equipamentos, software, adequações nas instalações físicas e elétricas);
Disponibilidade de Recursos Humanos;
Adequação dos procedimentos operacionais aos propostos pelo HOSPUB.