Anotações
Estrutura de tópicos
TELESAÚDE e TELEMEDICINA
Eng. Paulo Lopes
plopes@cis.epm.br
Prof. Dr. Daniel Sigulem
sigulem@cis.epm.br
Enf. Claudia Barsottini
claudia@cis.epm.br
Tecnologia da Informação
 como ferramenta para a
 mudança de paradigmas
Evolução da Sociedade
Agrícola
Industrial
Textil, Ferro
Vapor, Ferrovias, Aço
Eletricidade, Química,
 Máquinas de Combustão
Aviação, Petróleo, Eletrônica
da Informação
Redes
Biotecnologia e Espaço da Mente
Habilidades:
“Information Seekers”
“Knowledge Builders”
Sociedade  da Informação
 e do Conhecimento
Mudança de Paradigmas
Do tratamento dos sintomas para a busca de comportamentos e causas.
Da preocupação com a eliminação da doença para a promoção máxima da saúde e do bem estar.
Da intervenção com todas as drogas disponíveis para a intervenção com um mínimo de terapias apropriadas.
Da saúde centralizada para serviços descentralizados.
Do controle total da saúde do paciente pelo médico para a participação ativa deste nos seus próprios cuidados.
Do isolamento do paciente no hospital para cuidados na sua própria casa.
Mudança de Modelos
Ações em Saúde
Terapia baseada no DNA
Biotecnologia
green revolution
blue revolution
black revolution
red revolution
Gerenciamento de Doenças
Novas Tecnologias
Uso da Informação
Informática em Saúde
“Telemedicina”
História
Era Pré-eletrônica
serviço postal
Era Eletrônica
Telegrafia (cirurgias)
Telefonia (voz, fax, conexão a internet)
Rádio (terra-mar, terra-ar)
Televisão (circuitos-fechados, vídeo conferências)
Wireless (telefonia móvel, satélite)
História
Ressurgimento de Programas de Telemedicina
Tecnologias
Computação
Telecomunicacão
Disponibilidade
Versatilidade
Definições
Telemedicina é a provisão de serviços ligados aos cuidados com a saúde, nos casos em que a distância é um fator crítico; tais serviços são providos por profissionais da área de cuidados com a saúde, usando tecnologias de informação e de comunicação visando o intercâmbio de informações válidas para diagnósticos, prevenção e tratamento de doenças e a contínua educação de provedores de cuidados com a saúde, assim como para fins de pesquisas e avaliações, tudo no interesse de melhorar a saúde das pessoas e de suas comunidades.
Organização Mundial de Saúde – OMS (1997)
http://www.who.org
Definições
Telemedicine is the use of medical information exchanged from one site to another via electronic communications for the health and education of the patient or health care provider and for the purpose                         of improving patient care.
American Telemedicine Association – ATA
http://www.atmeda.org
Telemedicine is the transfer of electronic medical data (i.e. high resolution images, sounds, live video, and patient records) from one location to another. This transfer of medical data may utilize a variety of telecommunications technology, including, but not limited to: ordinary telephone lines, ISDN, fractional to full T-1’s, ATM, the Internet, intranets, and satellites. Telemedicine is utilized by health providers in a growing number of medical specialties, including, but not limited to: dermatology, oncology, radiology, surgery, cardiology, psychiatry and home health care.
Telemedicine Information Exchange – TIE
http://tie.telemed.org
Definições
    The integration of telecommunications technologies, information technologies, human-machine interface technologies, and medical care technologies for the purpose of enhancing health care in space flight.
NASA's Definition of Telemedicine
  http://www.hq.nasa.gov/office/olmsa/aeromed/telemed/
Definições
Telehealth/Telemedicine are broadly defined as the use of telecommunications and information technologies to provide health services, training and information to health care providers and consumers. The essence of TH/TM is the delivery of services and information to individuals in their own communities instead of the movement of people to centers of health expertise. As such, TH/TM are emerging as significant new tools in addressing the cultural, socioeconomic, and geographic barriers to health services and information in underserved urban and rural communities. Benefits include local access to specialty care, enhanced primary-care services, and the increased availability of medical education and health information resources in medically underserved communities.
California Telehealth & Telemedicine Center- CTTC
http://telemed.calhealth.org
Outras definições ...
Application of Information and Telecommunication technologies to Health and Healthcare
TELEMEDICINE
PATIENT CARE APPLICATIONS
TELEHEALTH
TELEMEDICINE, DISTANT EDUCATION AND TRAINING,HEALTH PROMOTION, PUBLIC HEALTH,  SERVICES MANAGEMENT, TECHNICAL INFORMATION RETRIEVAL
CYBERMEDICINE
INTERSECTION OF INFORMATICS WITH BIOENGINEERING, IMPLANTABLE DEVICES, PROCESS AUTOMATION, BIOSENSORS, DEVELOPMENTAL ROBOTICS, NANOTECHNOLOGY
e-HEALTH
INTERNET-BASED HEALTH APPLICATIONS, INCLUDING PURELY ADMINISTRATIVE (B2B, E-COMMERCE, ETC)
Telemática em Saúde
A Telemática em Saúde é a composição das atividades relacionadas a saúde, serviços e sistemas, utilizados a distância por meio de tecnologias da informação e de comunicação, para controlar doenças e cuidados com saúde, promover a saúde global, educação, gerenciamento e a pesquisa em saúde.
Telemedicina
É Telemática em Saúde aplicada à transferência de dados biomédicos (isto é, imagens estáticas ou dinâmicas de alta resolução, sons, vídeo em tempo real, sinais e registros clínicos) o seu processamento, análise e o controle de equipamentos biomédicos remotamente, quando a distância é um fator crítico, por exemplo, a instituição de saúde e o paciente estão separados geograficamente, na cidade, no estado, no país ou no mundo, ou há uma diferença sócio-econômica que dificulta o acesso aos serviços universais de saúde.
Distribui os serviços de saúde (diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças, pesquisa, avaliação e educação continuada dos profissionais de saúde) permitindo aos indivíduos e sua comunidade acesso rápido a serviços de saúde de boa qualidade
Tele-saúde
A Tele-saúde é a integração de sistemas de comunicação na prática da proteção e promoção da saúde, cobrindo a educação para a saúde, desenvolvimento de sistemas de saúde e epidemiologia.
Ela compreende o gerenciamento dos serviços de saúde para o planejamento, implementação, financiamento, e avaliação do controle de doenças e qualidade, eficiência e efetividade do serviço ofertado, bem como, a supervisão e a monitorização de indicadores de saúde.
Telemática em Saúde:
Telemedicina / Tele-Saúde
Telemedicina - Potenciais Benefícios
redução das transferências, tempo e custos de transporte de pacientes
ajuste fino no gerenciamento dos recursos de saúde devido a avaliação e triagem por especialistas
menor pressão sobre Hospitais
acesso rápido a especialistas em casos de desastres e emergências
uso mais efetivo de recursos
 através da centralização de especialistas
descentralização da saúde primária
distribuição :  alcançando um número maior de pessoas
cooperação e integração de pesquisadores com o compartilhamento de registros clínicos; e
aumento na qualidade dos programas educacionais para médicos e residentes localizados em zonas fora de centros especializados.
Telemedicina e Promoção da Saúde
Mecanismo de Comunicação
Telefone e Fax
Correio eletrônico:
Comunicação pessoal
Lista de discussão
Grupo de Notícias
Salas de bate-papo
Vídeo-conferência
Tipos de Interação
Assíncrono: Pré-armazenado (Store-and-Forward)
Síncrono: Tempo-Real (Real Time)
Colaboração
É um processo onde diferentes pessoas se comprometem na busca de um objetivo comum, e que ao verem os diferentes aspectos de um problema, buscam construtivamente explorar suas diferenças e procuram soluções que vão além de suas limitadas visões sobre o que é possível.
Para que uma colaboração seja bem sucedida, as pessoas envolvidas precisam ter uma interpretação compartilhada sobre a idéia geral do processo e como desenvolvê-la. Apesar de se aceitar que os conflitos gerados por conhecimentos distintos possam interferir, a negociação do conflito pode ser benéfica quando se explica e se justifica as interpretações individuais.
Ambientes de Colaboração Multimídia
Gerenciador de Conferência
Vídeo
Áudio
Área de Trabalho (workspace) Compartilhada
Anotações
Imagens
Transferência de documentos
Ambiente de trabalho (interface) integrado
Pessoas: “I see you and you see me”
Conteúdo: “We both see the same content”
Sincronismo
PictureTel People+Contentä
Vídeo-Conferência
Requisitos de Áudio para Vídeo-conferência
Largura de Banda (Bandwidth):
Natural:  20 Hz a 20 kHz (dircurssivo:  100 Hz a 7 kHz)
CD: 20 Hz a 20 kHz
FM:  15 kHz
AM:   5 kHz
Telefonia: 3.5 kHz
Freqüência de Amostragem (Sampling frequency):
entre 25 kHz e 48kHz (padrão profissional)
Relação Sinal-Ruído (Signal-to-noise ratio / SNR)
Equivalente a tecnologia do CD: ~ 100 dB
Codificadores:
 MPEG 1 e 2, Dolby AC-2 e AC-3, ASPEC,...
Taxas de transmissão (Bit-rates):
 de 64 kbs até 192 kbs por canal
Full-Duplex, Controle Automático de Ganho , Cancelamento de eco
Vídeo-conferência
Excelente vídeo e bom áudio
Bom vídeo e excelente áudio
Requisitos de Vídeo para Vídeo-conferência
Qualidade é altamente dependente do
Conferência requer só “cabeça e ombros” com fundo fixo
Cenas dinâmicas requerem alta velocidade para captura de movimento
Conteúdos do tipo imagens médicas requerem alta-resolução
“Frame Rate” controlado:
7.5, 10, 15, 24, 30 fps (frames por segundo)
Resolução Espacial (Horizontal x Vertical) em pixels:
  128 x     96 (SQCIF)
  176 x   144 (QCIF)
  352 x   288 (CIF)
  704 x   576 (4CIF)
1408 x 1152 (16CIF) *
Canal de Comunicação
Capacidade Finita
Não 100% livre de erros (tolerância a falha)
Processamento (Compressão/Descompressão)
Áudio, Vídeo e Dados
Requisitos de Salas para Vídeo-conferência
Local planejado
Acusticamente preparado
Condicionamento de ar
Iluminação
Sistema de áudio
Sistema de projeção (múltiplo)
Múltiplos microfones e câmeras (autômatos)
Recursos para captura de documentos (câmeras de captura e scanners)
Sistema de gestão de imagens e áudio
Sistema de colaboração visual para a saúde
Sistema de informação em saúde compartilhado
Sistema de Comunicação: WAN (BRI, PRI, T1,E1) vs. LAN (TCP/IP)
Operadores do sistema
Sistema de gestão de vídeo-conferência
(agendamento, controle remoto, multiponto, QoS)
Profissionais capacitados
Roteiros e procedimentos
Ambientes de Vídeo-conferência
Equipamentos de Vídeo-conferência
Vídeo-conferência Mediada por Computador
Ambientes de Vídeo-conferência
Topologia
Padrões de Vídeo-conferência
Codificação de Vídeo
Codificação de Áudio
Protocolo de Dados
Protocolo de Comunicação
Codificação de Áudio
G.711 – 300 Hz - 3.4 kHz bandwidth audio coding algorithm working over the range of 32 to 64 kbps. This algorithm produces telephone grade audio, especially useful in videoconferencing at aggregate bit rates above 128 kbps.
G.722 – 50 Hz – 7 kHz bandwidth audio coding algorithm working at 64 kbps. This algorithm produces good quality audio but is generally not recommended at aggregate bit rates below 256 kbps.
G.722.1- 50 Hz – 7 kHz bandwidth audio coding algorithm working at 24 and 32 kbps.
G.723 – 300 Hz - 3.4 kHz bandwidth dual rate speech coder for multimedia communications transmitting at 5.3 and 6.3 kbps.
G.728 – 300 Hz - 3.4 kHz bandwidth audio coding algorithm working at 16 kbps. Produces good speech intelligibility and is a good choice for operation at 112 or 128 kbps transmission
Codificação de Vídeo:
H.261 - Video codec for audiovisual services at p x 64 Kbps. Regrettably, motion compensation and field sub-sampling (loop filter) are implementation-optional in the standard.
H.263 - Video codec for audiovisual services, Video Coding for Low Bitrate Communication (10Kbps – 2Mbps). Considerably broadens H.261 capabilities, extending from low- resolution to high-quality, exceptionally detailed images for applications such as telemedicine.
Resolução de vídeo H.261 e H.263
Protocolo de Dados e Controle
T.120 - Data protocols for multimedia conferencing
T.121 - Generic Application Template
T.122 - Multipoint Communication Service (MCS) definition
T.123 - Protocol Stacks for Audiovisual Teleconference
T.124 - Generic Conference Control for Audio-Visual Terminals.
T.125 - Multipoint Communication Service Protocol Specification
T.126 - Still Image [Conferencing] Protocol Specification
T.127 - Multipoint Binary File Transfer Protocol Specification
T.128 - Audio-Visual Control for Multipoint Multimedia Systems
T.130 - Real-time Architecture for Multimedia Conferencing.
T.131 - Real-Time Stream Multipoint Communications Service.
T.132 - Real-time Link Management.
T.133 - Audio-Video Control Applications Protocol.
T.134 - Network Dependent Interface Management for PSTN.
T.135 - Network Dependent Interface Management for ISDN.
T.136 - Network Dependent Interface Management for LAN.
T.137 - Network Dependent Interface Management for ATM.
Recomendações ITU
Series G Recommendations –
Transmission systems and media, digital systems and networks
Series H Recommendations –
Audiovisual and multimedia systems
Series Q Recommendations –
Switching and signalling
Series T Recommendations –
Terminals for telematic services
Series V Recommendations –
Data communication over the telephone network
Famílias ITU-T
H.310 (B-ISDN)- Recommendations to broadband audiovisual communication systems and  terminals
H.320 (ISDN)- Recommendations to produce an overall "visual telephony" system specification.
H.321 (ATM)- Adaptation of H.320 visual telephone terminals to B-ISDN environments
H.322 (GQoS-LAN)- Visual Telephone Systems and Terminal Equipment for Local Area Networks that Provide a Guaranteed Quality of Service (Packet-based multimedia communications systems with guaranteed bandwidth).
H.323 (LAN)- Visual Telephone Systems and Terminal Equipment for Local Area Networks that Provide a non-Guaranteed Quality of Service (Packet-based multimedia communications systems with guaranteed bandwidth)
H.324 (GSTN/Mobile)- Recommendations to produce an overall "visual telephony" system specification, for low-speed connections using single or dual V.34 connected to analog POTS, plus ISDN, ATM and mobile. Some compatibility with H.320, network transcoding and exceptionally good multipoint support and continuous presence are also  provided.
Família H.323 (IP)
G.711 – 300Hz - 3.4KHz bandwidth audio coding algorithm working over the range of 32- to 64-Kbps. G.722 – 50Hz - 7KHz bandwidth audio coding algorithm working at 64-Kbps.
G.722.1- 50Hz - 7KHz bandwidth audio coding algorithm working at 24 and 32Kbps.
G.723 - Dual Rate Speech Coder for Multimedia Communications Transmitting at 5.3 and 6.3 Kbps.
H.261 - Video codec for audiovisual services at p x 64 Kbps.
H.263 - Video codec for audiovisual services, Video Coding for Low Bitrate Communication. H.221 - Frame structure for a 64 to 1920 kbit/s channel in audiovisual teleservices
H.225 - Call signalling protocols and media stream packetization for packet-based multimedia communication systems
H.245 - Capability exchange, channel negotiation, and flow control
H.246 - Interworking multimedia terminals
Arquitetura H.323 (IP)
Entidades H.323 (IP)
Vídeo-conferência sobre IP
Escalável
Suporta uma grande quantidade de usuários
Mais Econômico
CODEC (COder/DECoder)
 HW/SW
Digitalização
Compressão e
Descompressão
Transmissão de Pacotes
Unicast (ponto-a-ponto)
Multicast (Mbone)
Broadcast
Família H.320 (ISDN)
H.221- Frame structure for audiovisual teleservices.
H.230 - Frame-synchronous control and indication signals for audiovisual systems.
H.231- Multipoint control units using channels up to 2 Mbps.
H.242 - System for Establishing Communication Between AudioVisual Terminals using Digital Channels up to 2 Mbps.
H.243 - Procedures for Establishing Communication Between Three or More AudioVisual Terminals using Digital Channels of up to 2 Mbps.
H.261- Video codec for audiovisual services at p x 64 Kbps. Regrettably, motion compensation and field sub-sampling (loop filter) are implementation-optional in the standard.
H.261 Annex D - Simultaneous graphics transmission in the North American region.
G.728 - 16-Kbps 3.4 kHz bandwidth audio coding algorithm. Produces good speech intelligibility and is a good choice for operation at 112 or 128 Kbps transmission.
Família H.324 (GSTN/MOBILE)
G.723 - Dual Rate Speech Coder for Multimedia Communications Transmitting at 5.3 and 6.3 Kbps.
H.261 Annex D - Simultaneous graphics transmission in the North American region.
H.263 - Video codec for audiovisual services, Video Coding for Low Bitrate Communication.
H.223 - Multiplexing Protocol for Low Bitrate Multimedia Communication.
H.245 - Control Protocol for Multimedia Communication.
Famílias ITU-T
T.120 - Recommendation describing Transmission Protocols for Multimedia Data; including multilayer protocols which considerably enhance multimedia, MCU and codec control capabilities, permitting greater MCU operational sophistication beyond that described in H.231 and H.243.
T.130 - Recommendation describing Real-time Architecture for Multimedia Conferencing. This suite of standards introduces such concepts as virtual networks, virtual and distributed MCUs and many more innovative new network architecture approaches for voice, video, graphics, data etc. Fully supports T.120 suite and a variety of coding and transmission methods.
Família T.120
T.121 - Generic Application Template
T.122 - Multipoint Communication Service (MCS) for Audiographic and Audiovisual Conferencing definition
T.123 - Protocol Stacks for Audiographics and Audiovisual Teleconference Applications
T.124 - Generic Conference Control for Audio-Visual and Audiographic Terminals.
T.125 - Multipoint Communication Service Protocol Specification
T.126 - Still Image [Conferencing] Protocol Specification
T.127 - Multipoint Binary File Transfer Protocol Specification
T.128 - Audio-Visual Control for Multipoint Multimedia Systems
Família T.130
T.131 - Real-Time Stream Multipoint Communications Service.
T.132 - Real-time Link Management.
T.133 - Audio-Video Control Applications Protocol.
T.134 - Network Dependent Interface Management for PSTN.
T.135 - Network Dependent Interface Management for ISDN.
T.136 - Network Dependent Interface Management for LAN.
T.137 - Network Dependent Interface Management for ATM.
Exemplos
Tele-Diagnóstico
Teleradiologia
Teleradiologia – Padrão ACR/1999
Teleradiologia é a transmissão eletrônica das imagens radiológicas de um lugar para outro
Permite uma interpretação mais rápida
Permite acesso a sugunda opinião
Possibilita educação continuada
Usuários de diferentes localidades tem acesso simultâneo as imagens
Provê um acesso a sub-especialidades
Promove o aumento da eficiência e da qualidade
Envia imagens interpretadas de centros de referência
Provê a supervisão direta do serviço
Utilização:
Interpretação oficial, sem perda significativa de resolução espacial ou contraste da imagem da aquisição a visualização
Visualização, com qualidade de imagem suficiente para satisfazer as necessidades das circuntâncias clínicas
Teleradiologia – Padrão ACR/1999
Qualificações Profissionais (treinamento/supervisão)
Médico
Tecnólogo
Físico
Especialista em Imagens
Equipamentos (DICOM)
Matriz:
Pequena (CT, MR, US, NM Fluorografia, Angiografia): 512x512, 8bits
Grande (Rx): 2.5 lp/mm, 10bits
Aquisição (Direta x Secundária)
Compressão
Transmissão
Visualização
Arquivamento
Segurança
Disponibilidade e Redundância
Documentação: Comunicação dos Laudos
(ACR Standard Communication )
Controle de Qualidade: Periódico e utilizando padrões
Teleradiologia – Padrão ACR/1999
Equipamentos (DICOM)
Matriz:
Pequena (CT, MR, US, NM Fluorografia, Angiografia): 512x512, 8bits
Grande (Rx): 2.5 lp/mm, 10bits
Aquisição (Direta x Secundária)
Anotações: Identificação, data, instituição, tipo de aquisição, tipo de exame, orientação, tamanho, taxa e modo de compressão, e história do paciente.
Compressão
Não pode reduzir a capacidade de diagnóstico clínico
Avaliação periódica
Transmissão
Checagem de erro de transmissão
Visualização
Luminância
Controle de Iluminação
Capacidade de Seleção de Seqüências, associação com dados demográficos, janelamento, ajuste de brilho e contraste, ampliação, rotação e inversão, medidas e cálculos lineares
Arquivamento (regulamentações locais)
Segurança
Disponibilidade e Redundância
Teleradiologia – Modalidades
Teleradiologia - Tempos de Transmissão
Teleradiologia - Compressão
Teleradiologia – PACS, RIS
Teleradiologia – Rede de Comunicação
Teleradiologia – Servidor de Imagens
Teleradiologia – Estação de Trabalho
Tele-US
Equipamentos Portáteis
Método ideal de imagem para: Obstetrícia, Ginecologia, Cardiologia, Gastrologia, ...
Medicina Fetal
Operador: Moderadamente Treinado
Tele-Educação
Tele-Obstetrícia
Tele-Psiquiatria
Tele-Oftalmologia
Tele-Homecare
Teledermatologia
Telepatologia
 Telecardiologia
.
.
.
Telemedicina no Espaço
Telemedicina na Forças Armadas
Cenários
Alternativa única:
Áreas remotas
Abordo de Navios e Aviões
No campo de batalha
Em prisões
Áreas rurais
Evidência e/ou Eficiência Econômica (segunda Opinião)
Pesquisa Científica
(Bioengenharia, Informática em Saúde)
Telemedicina em Países Desenvolvidos
Fatores Favoráveis
Alto nível educacional da população e  profissionais da Saúde
Infra-estrutura de comunicações: Eficiente, Capilar e de baixo Custo
Experiências efetivas
Modelo de cobertura de saúde amplo
Restrições
As necessidades nem sempre são claras
Falta de confiança em sistemas automatizados de diagnósticos
Sobre-utilização dos especialistas
Informação e Telecomunicação no Setor Saúde nos EUA
Telemedicina em Países em  Desenvolvimento
FATORES FAVORÁVEIS
Demanda por serviços básicos  de saúde
Limitações nos recursos físicos e profissionais em saúde
Falta de especialistas
Dificuldades no acesso físico aos serviços de saúde
Necessidades educacionais e de treinamento
RESTRIÇÕES
Rede de Telecomunicações e Infra-estrutura de acesso a saúde limitadas
Falta de recursos computacionais
Falta de recursos diagnósticos / terapêuticos
Organização ineficiente do modelo de saúde
Restrições da Telemedicina
em países Desenvolvidos e em  Desenvolvimento
Requerem mudanças organizacionais
Os custos de saúde podem ser incrementados
Problemas com o reembolso dos serviços
Alta concentração em poucos centros especializados
Alternativa não controlada de assistência em Saúde
Aspectos éticos e legais
Licenciamento e exercício profissional transfronteiras
Diferentes regulamentações e padrões
Configurações em Telemedicina
Hospitais
Instituições que buscam outras instituições de referência para consultar e trocar informações
 Ensino
Ensinar a distância reduzindo custos e aumentando a difusão de conhecimentos
Pequenas Comunidades
Assistência e os serviços de saúde a regiões geográficas em desvantagens
Desvantagem geográfica e/ou sócio-cultural
Tecnologias
tecnologias muito sofisticadas:
 redes ATM (Asyncronous Transfer Mode  - que permite um fluxo massivo informações multimídia sem interrupções)
 realidade virtual
tecnologias relativamente pouco sofisticadas:
soluções de mercado ("off-the-shelf")
sistemas de comunicação simples
aplicações de baixo custo
Configurações de Telemedicina
Tecnologias em Evolução
Equipamentos com tecnologia digital no local de assistência
Automação de Processos
Prontuário Eletrônico do Indivíduo
Data Warehousing
Tecnologias de acesso de dados e de segurança
Integração de aplicações
Tecnologia de componentes de Software
Tecnologias de Sistemas de Apoio à Decisão
Tecnologias Revolucionárias
Comércio Eletrônico
“PUSH TECHNOLOGIES”
Tecnologia Móvel e sem Fio (WIRELESS)
Agentes Inteligentes
Tecnologias Interativas
Conectividade de comunidades (virtuais)
Bases de Conhecimento
Componentes
Componentes
Componentes
Equipamentos
Video-conferencing
Interactive Video Room Systems & Rollabouts
Specialized Telemedicine Rollabout Units
Computer-Based Desktop Videoconferencing
Videophones
Set-Top Videoconferencing Systems
Lap-Top Videoconferencing Systems
Hand-Held/MobileWireless Systems
Video Cameras
Still Image Digital Cameras
Dataconferencing Equipment
Image Accuracy and Quality Assurance
Lighting
Furnishings
Room Design
Teleradiology
Teleradiology Systems
PACS
Store and Forward Systems
Connectivity Systems (Middleware)
Frame Grabbers
Film Scanners
Computed Radiography
Video Display Units
WorkStations & Viewers
Mass Storage Systems
Telemonitoring
General/multifuctional Telemonitoring
Blood Pressure Monitors
Pulmonary Function Monitors
Electronic Stethoscopes
Tele-ECGs & Transtelephonic EEGs
Tele-Echocardiography
Tele-Ophthalmology Systems
Telepathology Systems
Video Microscopes
Video Dermascopes
Video Colposcopes
Video Laryngoscopes
Video Otoscopes
Dental Cameras
Integrated Light and Video Camera Platforms
Software
General Telemedicine Software
Clinical Telemedicine Consultation Software
Store & Forward systems
Miscellaneous
Network Products
Telemedicine Service Providers
Medical Call Centers
Telecommunications Service Providers
Associations
Conexão
Analógico
Digital
Comutação de circuitos
Comutação de pacotes
POTS
ISDN
xDSL
ATM
Seviços por fio
Copper wire
Coaxial Cable
Optical Fibres
Serviços sem fio
Fixed radio
Mobile radio
Cellular
PCS
Satellite Services
Geo
Leo
Recursos vs. Serviços
Exemplo
Classificação da Telemedicina
Media
Matriz Taxonômica
Implementação
Slide 96
Complementaridade das Áreas
CONDIÇÕES PARA IMPLENTAÇÃO
ITU - BDT - G 7
ITU - BDT - G 7
Telecom é um setor chave para a Saúde
Diferentes aplicações e tecnologias
Política: Demonstração / Treinamento
Estratégia:
Aplicação em Serviços Básicos
Governo : Normatização e Infra-estrutura
Associações Multidisciplinares
Repositórios de Referência
UIT - OMS
Metodologia:
Identificação de necessidades e profissionais
Definição de prioridades
Definir a organização
Preparar um plano: atividades e orçamento
Projeto piloto: vantagens/suporte ao desenvolvimento
Identificar financiamentos/Implementação/Avaliação
Parcerias
Sistema de Telefonia no Brasil
Ministério das Telecomunicações
Agência Nacional de Telecomunicações
Privatização
Telefonia Fixa
Telefonia Móvel Celular
Plano de Universalização
Metas
FUST
Telecentros
Telefonia - Serviço Fixo
Telefonia - Serviço Celular
Metas  de Universalização
Municípios da Região Norte
Tipos de Serviços Suportados
Canais telefônicos de 3KHz
Voz
Dados 64 kbps
Textos
Imagens Estáticas
Telecentros / FUST
Integração
Mobilização
Participação
Grupo Saúde – C.INI/ANATEL
Como a ANATEL pode contribuir para o desenvolvimento de uma rede de informações de saúde para que a experiência médica possa ser compartilhada e os registros médicos tornados disponíveis para avaliação e tratamento de pacientes?
A disponibilidade de informações sobre saúde não apenas em hospitais e postos de saúde, mas também em escolas , bibliotecas e residências viabiliza ações em nível individual, comunitário e melhora a relação medico-paciente. Que mecanismos podem ser estabelecidos para facilitar a produção deste tipo de conteúdo e disseminá-lo auxiliando as ações preventivas e reduzir os custos nos programas de saúde?
A Telemedicina permite a comunicação à distância entre profissionais de saúde na monitoração e interação com pacientes. Como pode a ANATEL incentivar a criação de serviços que suportem estas aplicações?
Como deve a ANATEL interagir com as autoridades da área de saúde tendo em vista a realização desses objetivos?
Grupo Saúde – C.INI/ANATEL
Amadurecimento do conhecimento da realidade brasileira:
necessidades identificadas
projetos/iniciativas existentes e suas  eventuais dificuldades de desenvolvimento
possibilidades ainda  não exploradas
Busca analítica de eventuais obstáculos na legislação de telecomunicações existentes
Interação com o governo
Interação com as operadoras
Interação com a indústria
Interação com organismos  internacionais (UIT, OMS, OEA, outros).
Ampla divulgação dos projetos e iniciativas bem sucedidas.
Tentativa de primeiras conclusões práticas, visando estimular  projetos e atividades de implementação/resultados mais de curto prazo (tecnologias e operações descomplicadas e menos caras).
CBC 7- ANATEL
Comitê Brasileiro de Comunicação 7 - Desenvolvimento das Telecomunicações
Interface: UIT-D, CITEL, MERCOSUR
14/2 - Fomentar a aplicação de telecomunicações na saúde, identificando e documentando fatores de sucesso para implementação da telemedicina
Grupo de Trabalho do MS
Estudar os impactos e as implicações éticas e legais da prática da medicina à distância Telemedicina, considerando a necessidade de introdução de novos padrões de atendimento com o emprego das tecnologias de informação na prestação da assistência médica
Fomentar a aplicação da Telemedicina no setor saúde, no sentido de dinamizar o  atendimento e racionalizar a utilização dos recursos da área de saúde
Grupo de Trabalho : estudar, discutir e elaborar proposta para a definição de política relacionada ao emprego da Telemedicina, em âmbito nacional
Secretário de Políticas de Saúde e Representante Técnico;
Secretário de Investimento e Gestão em Saúde e Representante Técnico;
Secretário de Assistência à Saúde e Representante Técnico;
Diretor do Departamento de Informática do SUS DATASUS; e
Representante da Secretaria Executiva.
PORTARIA Nº 494, DE 12 DE MAIO DE 2000 (Of. El. nº 235/2000)
Workshop EAD e Telemedicina para a Amazônia
Manaus, 31 de maio a 02 de junho de 2000
GLOSAS
UNAMAZ
Instituicoes de Pesquisa Nacionais e Internacionais
SIVAM
ANATEL
MCT
MEC
SIVAM/SIPAM
Funções:
... “apoio aos programas especiais do governo, nas áreas de saúde e controle sanitário”...
TELESAÚDE - UMA NOVA VISÃO NA AMAZÔNIA
Estão sendo realizados levantamentos e estudos para que a rede de comunicações do SIVAM possa ser utilizada, também, em proveito das ações de saúde na Amazônia. Um projeto piloto congregando conhecimentos de outros países e, até mesmo experiências pioneiras no Brasil em telesaúde, busca operacionalizar suporte ao diagnóstico e o aconselhamento médico à distância com acesso imediato a hospitais de referência.  Este será um ganho significativo para a saúde na região amazônica, conectando pontos remotos aos mais avançados hospitais  do país,  transmitindo imagens radiológicas digitais e demais exames que requeiram a atuação dos especialistas nas mais diversas áreas da saúde.
Gerenciamento da Informação
Telemedicina é um sabor de Informática em Saúde
Requer  o Prontuário Eletrônico do Indivíduo
Todos fazem Telemedicina
O termo telemedicina é transitório e irá desaparecer, pois estará incorporado a todas as atividades em saúde na sociedade da informação (e-health)
Avaliação da Telemedicina
Existem poucos estudos sistemáticos;
Permite uma perspectiva pluralista do projeto;
Permite determinar as soluções mais práticas e de menor custo; e
Fundamenta novos projetos, estudos de viabilidade, planos de avaliação, e estratégia para disseminação de informação;
Metodologias :
Técnicas de análise social.
Análise qualitativa.
Análise quantitativa.
Técnicas clássicas de avaliação de tecnologia.
Avaliação a partir da evidência.
Estudos experimentais.
Estudos observacionais.
Modelos matemáticos de simulação.
Avaliação de provas diagnósticas.
Avaliação econômica
Análises de sensibilidade
Sustentabilidade
Programa de Telemedicina:
Baseado nas necessidades da comunidade
Baseado no custo-efetividade
Baseado no planejamento e na flexibilidade
Avaliação e priorização das necessidades
“ The needs assessment process, while time consuming, provides a prioritzed list that can be used as a starting point for project planning. In addition, the needs assesment process creates a sense of ownership amongst the participants, referring and consulting personnel, that helps to improve system satisfaction and utilization.”
Requerimento: Necessidade vs Recursos
Seleção de equipamentos: Suporte pós-venda
Infra-estrutura de Rede
Componente Humano: Equipe treinada
Componente Técnico: Tecnologia de comunicação apropriada
Desenvolvimento de protocolos: Validação de equipamentos e equipes
Processo de melhoria
Da comunicação
Do acesso a informação e serviços de saúde
Da Satisfação dos pacientes e profissionais
Da Qualidade diagnóstica a distância
Da capacidade de triagem e encaminhamento
Da colaboração e educação
Maximizar a utilização: Multi-uso
Avaliação de Custos
Registro de informações:
Registro de identificação e posição dos participantes
Registro de cada utilização e tempo de utilização
Registro da localização de todos os locais participantes
Avaliação da distância de cada local (reembolso da logistica de transporte)
Avaliação do tempo de deslocamento até cada local (custo da perda de produtividade)
Avaliação dos custos operacionais e de equipamentos (amortizados)
Saldo= (equipamentos+comunicação) – (transporte + tempo)
Aspectos Legais
Ética do Profissional de Saúde
Qualificações, Licenciamento e Credenciamento
Segurança: Privacidade e Confidencialidade
Reembolso
Mal-prática
Internacionalização
Componentes da Telemedicina
Interesses
Investigação do uso da Telemedicina na Assistência Primária em Saúde para População de Áreas Carentes
Sáude para Todos
Slide 123
Slide 124
Slide 125
Slide 126
Requisitos de Telecomunicações
Resultados Esperados
Identificação de tecnologias;
Teste, verificação e avaliação de sistemas;
Integração dos sistemas;
Desenvolvimento de mecanismos de assistência inteligentes;
Promoção do planejamento em saúde, da triagem e do tratamento de pacientes a distância;
Resultados Esperados
Utilização e desenvolvimento de protocolos de assistência e comunicação;
Avaliação (indicadores de saúde);
Definição e difusão de um modelo de telemedicina;
Mecanismos para garantir a segurança, confidencialidade e confiabilidade das informações de saúde no sistema; e
Discutir os aspectos éticos e legais, bem como políticas de implementação em Telemedicina.
"O Brasil é único pais do mundo que convive simultaneamente com as três ondas: Reforma Agrária, Greves do Funcionalismo, e o Mercado Competitivo de Telecomunicações "
Alvin Toffler
Relações Organizacionais
Integração
Ciclo de Pesquisa e Desenvolvimento do Projeto
Lições do Projeto Favela
Aproveitar a estrutura formada e o processo já existente
Viabilidade técnica vs. social
O problema não é tecnológico
tecnologias simples (como um telefone) são suficientes
avaliar as tecnologias mais apropriadas (baseadas no custo-efetividade)
O problema é a falta de modelos
Quais as necessidades da comunidade?
Qual a Telemedidina que agrega valor  aos serviços de saúde?
Implantação
não pode gerar expectativas
processo de longo prazo
apoio lento e gradual da comunidade.
Universalizar os recursos tecnológicos para melhorar coleta, processamento, análise, distribuição, e uso correto da informação como meio para aumentar o acesso, reduzir custos, aumentar a produtividade e a qualidade da assistência em saúde
Na Prática...
Na Prática...
Na Prática...
Na Prática...
Na Prática...
Na Prática...
Na Prática...
Na Prática...
Na Prática...
Na Prática...
Telemedicina no Projeto Favela
Projeto de Telemedicina
Cadastramento e Prontuário Eletrônico na WEB
Agendamento e encaminhamento
Resultados de exames
Supervisão e segunda opinião
Educação primária da comunidade e dos profissionais
Avaliação e acompanhamento prospectivo das informações
Apoio e expansão dos Profissionais da Saúde que atuam neste processo multidisciplinar
oftalmologistas
fisioterapeutas
psicólogos
enfermeiros
nutricionistas
médicos
Produtos Esperados
Um laboratório de telemedicina;
Uma plataforma de telemedicina ;
Prontuário Eletrônico do Indivíduo baseado em padrões abertos (W3-PEP);
Serviços de Telemedicina mediada por computadores para diagnóstico e prevenção;
Modelos validados e avaliados;
Capacitação dos profissionais da saúde na utilização dos recursos tecnológicos;
Estimulando a colaboração e coordenação;
Ampliar a capilaridade das ações básicas de saúde através da capacitação  de agentes comunitários.
Cronograma
Orçamento
Avaliação
Efeitos sobre os indicadores de saúde, o indivíduo, a sociedade, e os profissionais e processos em saúde
Três níveis:
macro
Institucional
micro
Avaliar:
A Minimização do tempo de assistência da prevenção ao diagnóstico, tratamento e intervenção;
A Capacidade de triagem e o tratamento de pacientes a distância;
A Capacidade de colaboração e coordenação dos indivíduos e instituições para compartilharem idéias, resultados, competências, informações e bases de conhecimento;
Investigar quais são os custos e benefícios da Telemedicina e como podem ser avaliados; e
Metodologia: “Clinical Trials”
Manutenção
Subprodutos:
Prontuário Eletrônico do Indivíduo
Ambiente de Colaboração baseado na WEB
Empresas prestadoras de serviço e provedores de acesso e conteúdo de informação na Internet
Extensão
Avaliado
Ajustado e ampliado: para outros cenários
avaliação dos custos em relação aos equipamentos
considerando a sua vida útil e freqüência de utilização
infra-estrutura física e de telecomunicações
recursos humanos para a prestação de serviço
tecnologia desenvolvida no projeto
Sustentabilidade ®  balanço entre:
Custos
Ressarcimento do serviço efetuado a distância
Projetos Paralelos
Outras Favelas e Prog. de Extensão
Ambulatório Cidade de Embú
Parque Nacional do Xingu
Convênio MS-UNIFESP: Saúde Solidária Reestruturação, Organização e Modernização Gerencial da Saúde do Estado de Rondônia
Parque Nacional do Xingu
Projeto Saúde Solidária  - Rondônia
Hospitais na América Latina e Caribe
Rondônia
Internet-2 : REMAV-SP
Internet-2: Aplicação
Tele-Oftamologia: Retinopatia Diabética
“Life Science in the new millenium”
As we  begin the 21st century, the world  population is growing at a rate of 60 million people per year. By the year 2050, some  8.9 billion people will inhabit the earth, and global stability will depend on our ability to provide them with sufficient food and medicine.
e -
e-Health
Cinco estágios para o Registro Eletrônico de Saúde
Onde esta a Informação em Saúde
Orgãos Governamentais
Seguradoras de Saúde
Hospital de Referência,
Hospitais Escola
Hospital Regionais
Hospital Comunitário,
Unidades Básicas de Saúde,
Unidades Mixtas
Clínicas
Posto de Saúde
Consultórios
Farmácias
Comunidades,
Escolas,
Trabalho,
Casa
Crescimento da Tecnologia
Telecomunicações : 75%
Internet: 250%
Informática: 48%
Arquitetura Distribuída
Internet Fixa vs Móvel
Equipamentos de Acesso a Internet
Personal Computer
Network Computer
Terminais Públicos
Telefones
Handheld Devices
Eletro-domésticos:
TV, Set-top Boxes,
Geladeiras,
Micro-ondas,...
Dispositivos Embarcados
Outros
Comunicação de Dados, Mobilidade e Telecomunicações
Comunicação Multimídia
Handheld
Handheld vs Desktops
Handheld vs. S.O.:
PALM OS
Windows CE
Linux
Handheld vs. Interoperabilidade:
KDM (Java VM – Micro Edition)
WML (WAP + XML + Microbrowsers)
Handheld & Wireless Network
Handheld Devices
Handheld vs. Desktop:
O Mercado é Diferente:
Facilidade de uso: rápido, simples e robusto
Tamanho do mercado (1 bilhão em 2005)
Sensibilidade do preço (mercado competitivo: US$ 150)
Tarefas essenciais e resumos de informação personalizados
A Rede sem Fio é Diferente:
Limitações devido a Potência, espectro e mobilidade
Menor largura de banda
Maior latência
Menor estabilidade da conexão
O Dispositivo é Diferente:
Limitações devido a vida útil  da bateria e fator de forma
Menor potência da CPU
Menos memória (ROM e RAM)
Consumo de potência restrito
Displays pequenos
Dispositivos de entrada diferentes
GUI
Handheld Devices, PALM OS
Handheld Devices, WinCE
Handheld Devices, YOPY
Linux PDA
Key Features
Internet & E-mail Access with Mobile Phone or Wireless Modem
MP3 player, Voice recording, MPEG Moving Picture, Graphic game
Strong CPU of High Performance
PIMS, Dictionary, Calculator, Word pad, World time, Alarm, etc.
Color TFT LCD Display
Handwriting Recognition S/W
Technical Specifications
206MHz ARM RISC microprocessor
3D Sound Stereo Audio CODEC
MP3 Player, Voice Recording, Alarm
4.0 inches True color TFT LCD (65,536 color)
CCFL Back light
1400mA Rechargeable Li-lon Battery
Size(H x W x D): 128.8 x 83.5 x 22mm
RS232C & USB Serial port
Compact Flash™ Slot
IrDA Standard included
Audio In/Out Jack
Front-view Speaker
WEB Padding
Cobertura Móvel
Aparelhos 3G
3G
Aparelhos de Acesso a Internet
Mobilidade via Satélite
Aparelhos Públicos de Acesso a Internet
WAP
Internet-2
Health Sciences Initiative
Roadmap:
Networking Health: Prescroptions for Internet
National Research Council Report
Current and future Internet
Released 24/02/2000
National Academic Press
ISBN 0-309-06843-6
Qual a capacidade técnica da internet para aplicações para o setor saúde?
Quais são as particularidades do setor saúde quando comparadas com outros setores?
Que tipo de experimentos e demonstrações são necessárias?
Quais são as necessidades de pesquisa e desenvolvimento de redes para o setor de saúde?
National Research Council Report
Projetos Potênciais para Internet 2
Clínica
Telemedicina
*scópio
Pesquisa
Clinical Trials
Genoma Humano
Treinamento
O Homem Visível
Educação a Distância
“Real-time multimedia data exchange  with guaranteed QoS, efficient on-demand remote patient record access, new distributed security services that take advantage of high-speed network infrastructure and support complex application-level policies demanded by healthcare applications”
Mary Kratz, Manager of Health Sciences, Internet2
Recomendações
Questões ?
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